Viralzinho de um viral
por Rafael Dourado - 06/04/2007Vi esse vídeo da vm-people no blog do Luciano Ritta. Uma maneira didática e superficial de explicar marketing viral (propaganda viral ou seja lá o que for, foda-se Chico :P).
Para os menos familiarizados com a língua do tio Sam, segue a devida tradução (com pequenas alterações, já que eu não tenho as imagens):
Digamos que o que você faz da vida seja vender sabão.
Como você diria às pessoas para comprarem seu sabão?
Você poderia: tocar algumas campainhas e vender de porta em porta.
O que significa que você perderia muito tempo andando por aí tentando convencer as pessoas de comprarem seu sabão.
Desvantagem: quanto mais você quiser vender, mais você terá de andar.
Ou você poderia botar um outdoor gigante e rezar para as pessoas prestagem atenção para o que o outdoor diz.
Você também poderia gastar muito dinheiro e divulgar sua mensagem na TV.
O que, potencialmente, permite o acesso à uma GRANDE audiência, sem realmente saber se alguém do seu público está realmente prestando atenção.
Você também poderia escrever uma carta para um monte de gente e dizer-lhes o quão bom é seu sabão.
O que envolve um monte de selos caros e, enviando essas cartas, você provavelmente terá alguma resposta, o que não quer dizer que você venderá algum sabão.
Parece que vender coisas como sabão se assemelha a isso: uma agulha no palheiro.
Sugestão: e se você se concentrasse nos clientes que você já tem e os deixassem com o falatório?
Esses clientes falariam para seus amigos.
Eles fariam o trabalho de convencimento em vez de você.
Por que isso é melhor?
Porque quando amigos conversam entre si eles prestam atenção para o que dizem, e estão mais dispostos a acreditarem em suas opiniões.
Mais que em venda de porta em porta, outdoors, televisão, cartas…
O que também economiza tempo, dinheiro, sorte, selos…
O que faz a agulha no palheiro parecer maior.
Isso é o que chamamos de marketing viral.
