Pra não dizer que não falei de banners

por Rafael Dourado - 25/05/2007

Luli alfinetou (Para você que ainda acredita em banners), logo em seguida, Rodrigo Polacco informou (E quem disse que os banners não funcionam?).

Afinal, esse negócio de banner ainda faz sentido?

As taxas de clique de banners geralmente ficam em torno de 0,5% de suas exibições. Além disso, alguns estudos mostram que muitas vezes eles ficam em pontos cegos, um lugar onde o usuário já sabe que ele vai estar e por isso nem olha. Outro estudo diz que apesar de receber clique ele força a aceitação inconsciente com tantas exposições.

Particularmente, não tenho o menor problema com banners desde que inventaram o AdBlock. Só os vejo em sites especializados. Pode parecer contraditório, mas é a mesma lógica de mudar de canal na hora dos comerciais, mas abrir o YouTube para ver alguma propaganda específico. É bacana ver coisas criativas independe de onde elas estejam.

E você? Gosta de banners? Sugeriria a algum amigo ou cliente fazer uma campanha com banners?

4 comentários para “Pra não dizer que não falei de banners”

  1. Vinícius Says:

    Eu não tenho nada contra banners.

    Oquê me dá raiva mesmo são aqueles flashs que saltam na tela, como no site do terra, aquilo me causa uma raiva….

  2. Muniz Says:

    A questão não é ter alguma coisa contra o banner é saber se ele ainda é um modelo sustentável e pelo que ando lendo na maioria dos casos não é. Ele só anda dando retorno em portais muito populares onde a visitação é intensa, principalmente de “novos usuário de internet”.

  3. Rafael Dourado Says:

    Mas se em grandes portais eles ainda dão retorno significa duas coisas: que os banners ainda podem funcionar e que os portais estão mais fortes do que nunca, tão fortes que conseguem manter rentável um modelo que muitos chamam de “tão Web 1.0″.

  4. Chico Neto Says:

    Propaganda com aquele flash que pula só agrada ao cliente, ao criativo que fez o layout e ao programador que se gabou do 0101110 que tornou tudo aquilo possível. Banner é antipático, ainda mais quando vem no meio da notícia. Sou simpático àqueles banner no rodapé do site. Ganham aspecto de oferecimento. Acho que a defesa do Pollaco vale para qualquer forma de insistência. Inclusive do menino que pede chorando, esperneando, um Playstation 3.

    Faço o meio termo. O banner ainda (ainda!) é uma ferramenta de venda de anúncios. Vamos mudar ele de lugar. Parar com o império dos formatos e locais definidos. E vamos continuar inventando formas relevantes e criativas de anúncios.

Deixe uma resposta