Lucrando com o Network
por Mariana Fontenelle - 23/01/2007Até pouco tempo atrás eu classificava as pessoas em categorias isoladas: família, amigos de colégio, de faculdade (pouquíssimos por sinal), da pós-graduação, colegas de trabalho etc. As pessoas não podiam pertencer a mais de uma categoria. Eu sei que parece bobo, mas era assim que eu pensava.
Através da Tropus conheci um fenômeno que eu já tinha ouvido falar, mas nunca havia vivenciado: O Network.
O fato é que pessoas conhecem pessoas e tem sempre algum conhecido precisando de um site ou seja lá o que você faça da vida. E os contatos profissionais chegam de todos os lados e as vezes é até dificil mapear o caminho da indicação que fez com que o amigo do primo de um conhecido seu que mora em outro estado chegasse até você. E a rede vai crescendo.
O que eu percebo é que, onde quer que você esteja e quem quer que esteja por perto, você está sendo observado (é quase que um Big Brother) e suas ações podem transmitir uma boa ou má impressão. E as pessoas constumam generelizar, portanto, cuidado!
Você pode perder negócios por bobagens e ganhar outros por detalhes. Na dúvida, melhor não arriscar.

23/01/2007 • 11:57
Otimo post!! achei legal mesmo.
a proposito. achei seu blog muito bom!!!
fw kra. abraço
23/01/2007 • 13:26
brigada kra!
24/01/2007 • 9:27
Ótimo blog!
Ah, e o networking é tudo (ou quase)!
abraço!
06/02/2007 • 8:15
Aff, uAHuA vco é mulher? nossa. disculpa. uAHuha nao vi. mas mesmo assim, voce tem exelentes textos. blog com layout cleane tals. acompoanho faz um tepo ja, parabens e dsiculpas! xD
31/03/2007 • 15:26
[…] Quando comecei a dar aula, percebi que poderia ser útil aos alunos orientando e dividindo a experiência que tenho, e o quanto essas pessoas poderiam me gerar oportunidades com isso. É o velho network. A maioria deles tenho até hoje no Messenger e os ajudo sempre que posso. Só que meu lado megalomaníaco vivia me dizendo que esse discurso não precisava ficar restrito à sala de aula, até por que eu discordava totalmente da visão da empresa e via o quanto aquela visão era nociva ao mercado. […]