Archive for the 'Web 2.0' Category

Inscrições Prorrogadas para o Curso de Padrões Web

por: Rafael Dourado - 27/02/2008

Sei que as coisas estão meio paradas por aqui, mas estou com o tempo totalmente ocupado na finalização do meu curso. E se você tem interesse em fazê-lo, saiba que o curso de extensão a distância “Desenvolvendo Sites Seguindo os Padrões Web” teve suas inscrições prorrogadas até 18 de março.

Solicitei à Unifor a prorrogação das incrições devido ao grande aumento da procura após a divulgação no Sedentário & Hiperativo e gostaria de tornar público meus agradecimentos ao Régis por isso.

Se tens vontade de trabalhar profissionalmente com internet ou atualizar seus conhecimentos, faça sua inscrição no curso aqui. O custo é de R$65,00, parcela única.

Em breve, novidades por aqui. T+

Projeto Blogs Diário do Nordeste

por: Rodrigo Coifman - 11/12/2007

Matéria do Caderno Tecnoguia citando o Projeto dos Blogs do Diário do Nordeste

No meio desse ano, nós da Tropus recebemos a missão de desenvolver um layout para os blogs do Diário do Nordeste. Quando o sistema Verdes Mares nos procurou sabíamos da importância e repercussão de um projeto como esse. A equipe de desenvolvimento web do projeto já tinha optado pelo Wordpress, famoso gerenciador de blogs da atualidade. Com isso, tivemos o cuidado de entregar o tema já pronto apenas para ser publicado.

Não demoramos mais de um mês nesse projeto, devido a urgência e também por já existir um estudo visual pré-definido pela equipe do jornal. Vejam a matéria explicando mais sobre o projeto.

Eu Twitto, Tu Twittas, Ele Twitta

por: Rafael Dourado - 29/11/2007

Já há alguns meses, venho mantendo meu vício em Twitter. Para você que não é suficientemente geek, Twitter é um serviço de microblogging. Nada de artigos gigantes nem muito tempo para elaborar seus textos. Você tem apenas 140 caracteres para passar a informação que deseja e deverá fazê-lo várias vezes ao dia.

“Que coisa mais nerd”. E é! Mas, acredite, esse troço vicia. Tanto que quando o Google foi às compras aproveitou para adquirir a finlandesa Jaiku – que junto com o Pownce e Folkstr formam os principais concorrentes do Twitter. Com isso, é bem possível que Larry Page e seu toque de Midas popularize de vez o microblogging no próximo ano.

Nesses meses twittando, percebi algumas coisas muito bacanas, e que estão sustentando meu mais novo vício.

Quebrando o gelo. Mas que gelo?

Twittar em pouco tempo se torna algo tão natural e pouco intrusivo, que por mais que você nunca tenha tido nenhum contado com quem você segue, não é preciso uma introdução nem um cuidado exagerado ao falar diretamente com ele. É como se não fosse necessário quebrar o gelo. Você vê alguém falando sobre algo que o interessa, entra na conversa e a discussão está criada.

Não é que aquele blogueiro é gente fina!

Como disse o Fábio Seixas no Braincast 10: “Twitter é o backstage da blogosfera”. Você conhece o processo de criação de um publicitário, as dificuldades de um desenvolvedor web, a elaboração de um artigo jornalístico… Tudo isso com tom de imediatismo. Logo, você descobre que o Bruno Torres (@brunotorres) é tão rabugento quanto eu, que o Diego Eis (@diegoeis) comprou um Xbox360, que o Glacial (@glacial) também quer um Xbox360, que o filho do Gil (@knuttz) anda brigando na escola, que o Luli (@radfahrer) compra todos os meus sonhos de consumo, que o Cris Dias (@crisdias) e o Inagaki (@inagaki) são engraçados de fato, que o Edney (@interney) odeia rótulos, que o Muniz (@rodrigomuniz) tá trabalhando demais e que a Thahy (@thahy) é a simpatia em pessoa.

RSS? Pra quê?

Tenho certeza que meu Netvibes está com ciúmes do Twitter. Desde que entrei pra essa vida tenho visitado-o menos. Antes, era sagrado eu ler cerca de 100 feeds todo santo dia. Agora o faço cerca de 3 ou 4 vezes por semana. Afinal, quem eu acompanho hoje por Twitter já o fazia via RSS. E esses twitteiros sempre informam quando publicam algo novo em seus blogs. Só não entendo porque eles sempre falam “new blog post” em vez de “novo post”.

Nós Twittamos, Vós Twittais, Eles Twittam

Se quiser participar, basta criar sua conta no site e sair adicionando todo mundo que quiser. Como eu, por exemplo. :) Também há um hanking dos twitters brasileiros.

Para acompanhar as atualizações, você pode adicionar a conta twitter@twitter.com no seu Google Talk ou instalar a extensão TwitterFox no seu Firefox. Dessas duas formas é possível tanto postar quanto ler novas postagens sem ter que visitar sua conta no site. Caso use o Netvibes, ele também tem um módulo para Twitter.

Ah! E se você prefere esperar o Google lançar a versão dele do Jaiku, transmito o “alerta” feito pelo Rodrigo Muniz:

Twittar tudo bem, mas quero ver é alguém dizer que já jaikuzou hoje.

“www.” já deu o que tinha que dar

por: Rafael Dourado - 22/11/2007

Lembro como se fosse hoje do começo da internet. Todo mundo se perguntando: o que diabos é esse WWW? O World Wide Web era o principal conceito para explicar o que era essa coisa que estava aparecendo em nossas vidas. A teia representava a navegação hyperlink, onde um assunto leva à outro, que leva à outro… E assim se tecia a cultura global e se formava a rede mundial. Poético!

Para reforçar esse conceito e garantir a identificação com o novo meio, o começo de todos os endereços da web continham a abreviação “WWW“. E quando nossas mães perguntavam a diferença entre internet e e-mail, dizíamos que e-mail tem arroba e sites têm www. E sempre que se quisesse acessar algum site era preciso digitar a letra w repetida 3 vezes.

— Mas toda vida? Por quê?
— Sei lá!

Realmente, nada justifica que isso seja escrito sempre. É tão chato que eu já vejo muita gente que prefere digitar o nome do site na busca do Google e clicar no resultado. Mas quando o nome da empresa usava palavras comuns ou desenvolvedor simplesmente esquece de colocar o nome da empresa no <title> (sim, o title É MUITO IMPORTANTE) essa busca não vai funcionar.

Por praticidade, começamos a cortar o excesso. Tiramos as vogais de “você”, transformas expressões em dois pontos e parênteses, sai http:// e fica só o endereço, e depois de tanto digitar www., já dá uma coceira no dedo para deixar de usá-lo também. Mas como desenvolvedor, é preciso fazer um pequeno esforço para permitir isso.

Se seu site for hospedado em servidor Apache, crie ou edite o arquivo .htaccess e inclua as seguintes linhas (se você usa Wordpress, já deve ter percebido que ele faz isso automaticamente):

RewriteEngine On
RewriteCond %{HTTP_HOST} ^www\.domain\.com$ [NC]
RewriteRule ^(.*)$ http://domain.com/$1 [R=301,L]

Pronto. Com isso, não importa se eu digito “http://www.netlus.com.br”, “www.netlus.com.br” ou “netlus.com.br”. Chegar ao seu site vai ser mais natural. Mais informações em No-WWW.

O perigo do Adsense

por: Rodrigo Coifman - 21/11/2007

A idéia de relacionar publicidade com conteúdo foi uma idéia interessante e amplamente difundida na web. Agora o segredo de um milhão de dólares vai ser como fazer um relacionamento inteligente para não acontecer casos como esse:

Matéria do Portal Verdes Mares

10 Convites para o IKWA

por: Rafael Dourado - 25/10/2007

Mais um serviço Web2 brazuca surgindo. O IKWA vem para ajudar jovens a responder a pergunta: o que diabos vou fazer da minha vida?

O serviço tem um banco de dados com informações de inúmeras profissões como onde estudar, áreas de atuação, cursos relacionados e vídeos com profissionais explicando o dia-a-dia de trabalho. E para quem já for profissional ou empresário, pode entrar na comunidade para selecionar novos funcionários ou colaborar com informações sobre sua profissão.

Eu achei a idéia muito bacana e o site, apesar da marca e títulos em flash (pra quê?), é muito bem produzido. Ganhei 10 convites, logo, os 10 primeiros que escreverem um post em seus blogs com link para o Netlus ganham. Quem não tiver blog, pode só comentar abaixo que tá valendo. Não esqueça de preencher o e-mail corretamente.

Magento. Solução OpenSource para eCommerce.

por: Rafael Dourado - 08/10/2007

Depois da exculhambação que esse blog se tornou semana passada, voltemos a nossa programação normal…

Ultimamente ando pesquisando um bocado sobre soluções para comércio eletrônico e ainda não encontrei nada como eu queria. A maioria das opções free ou opensource são extremamente limitadas ou muito bagunçadas, seja para implementar ou para personalizar.

Das opções que conheci, duas tive contato mais próximo: LocaWeb Comércio Eletrônico e OsCommerce. A primeira eu odiei, pois geralmente precisava da ajuda de um programador para fugir do padrão oferecido de tão amarrado que é. Já a segunda foi a que mais me agradou até então pelos módulos de geração de boletos e opções de venda utilizando serviços nacionais, além de ser relativamente simples de implementar.

Semana passada fui apresentado a uma opção OpenSource pensada para se tornar o padrão em comércio eletrônico assim como o Wordpress se tornou o padrão para blogs: Magento. Dentro os recursos, itens que agradam desenvolvedores, lojistas e consumidores: temas, código semântico, URLs amigáveis, busca interna, tags, análise de produtos, lista de desejos, CMS completo, comparação de produtos, gerenciamento de múltiplas moedas, múltiplas lojas, envio para múltiplos endereços, extensões etc.

Atualmente o Magento está em versão beta (e eu acho que é beta mesmo, não o beta por princípios do Google). Tem um demo no site oficial e vários screenshots e vídeos. Estou testando algumas coisas nele e provavelmente devo criar uma loja pequena com ele para ver se esse bixo presta mesmo. Quem testá-lo também, fique à vontade para comentar aqui sua experiência com ele.

A Web 2.0 e as novas fronteiras do mercado e da profissão (Alternativa Web)

por: Rodrigo Coifman - 03/10/2007

A palestra mais interessante da noite na minha opinião foi a do Michel Lent, sócio e diretor de criação da agência 10′ minutos. Ele começou apresentando o trailler do filme Tropa de Elite que apesar de estrear somente no próximo dia 12 de outubro, a maior parte do público presente já assistiu através de cópias teoricamente “vazadas” na net. A dúvida sobre se a ação promocional era ou não guerrilheira permaneceu no ar. Lent lembrou que há 20 anos atrás o mundo era totalmente analógico e cada aparelho possuia apenas uma única função, e que atualmente vivenciamos um mundo digital onde “zeros” e “um” representam qualquer tipo de informação (imagens, textos, sons e vídeos). Achei fantástico a comparação entre o relógio de bolso utilizado em 1907 e atualmente o iphone em 2007 que também possui a função de relógio.

Sobre a convergência de mídias, Michel mostrou que em 1978 existiam setores de mídia bem definidos e que com o tempo e de forma natural interagiram entre si. A aposta dele para o mercado de publicidade é a telefonia móvel que só no Brasil conta 110 milhões de usuários e mais de 2 bilhões no restante do mundo.

Em sua palestra fez questão de organizar e classificar a web 2.0 em:

  1. Redes Sociais e Comunicação (MSN, Orkut, Skype…)
  2. Produção e Consumo de Conteúdo (You Tube, Flickr, Blogger, CNN, Globo …)
  3. Ferramentas (Picnik, Delicious, Gmail…)
  4. Serviços (Bancos, Companhias Aéreas, Lojas …)

Para Lent vivemos a era do “Eu mídia” que significa que estamos cada vez mais interessados em nos vermos e produzirmos o nosso próprio conteúdo. Citou o famoso caso do Chad Vader e Sonia You Tubiu. Isso tudo comprova o assustador crescimento dos blogs que hoje já são 70 milhões segundo o Technorati que mantém a média de 120 mil blogs criados todos os dias. Para encerrar a palestra valeu os conselhos para quem antes só pensava em internet acessível pela tela de um browser. Ficou claro que viveremos nos próximos anos em um mundo de telas grandes, médias e portáteis onde cada uma possuirá a sua própria forma de interação.

Confiram os slides e áudios de algumas palestras do Alternativa Web 2007:

  • Michel Lent - A Web 2.0 e as novas fronteiras do mercado e da profissão (Slides)
  • Thiago Dória - Microformats (Audio)
  • Diego Eis - Padrões Web (Áudio / Slides)

Alternativa Web, primeiramente.

por: Chico Neto - 02/10/2007

Público menor e coquetel menos expressivo foram notáveis em relação ao primeiro evento realizado pela Exista. Também chamou a atenção a melhoria significativa em todo material de divulgação do encontro, além das belas assistentes de produção e da bela pasta com verniz uv total, impressão no verso e faca de corte especial da Agência Exista.

Tabeless e Microformats foram os temas abordados nas duas primeiras palestras do Alternativa Web. Mas antes, o assunto foi o Twitter, que promete ser a próxima grande mania da internet.

Diego Eis, da Visie, apresentou as vantagens do uso do Tabeless e dos padrões W3C no desenvolvimento de websites. O palestrante defendeu que o uso das folhas de estilo (CSS) e dos “padrões web” de acessibilidade tornam o trabalho de toda cadeia produtiva de produtoras web, do diretor da empresa ao designer de interfaces, mais célere. E excedente de tempo é excedente de dinheiro.

Diego aproveitou o microfone para brincar com o público, falando mal de tabelas, do dreamweaver, do fireworks, do internet explorer e declarar seu amor ao firefox e seus widgets. A grande mensagem do palestrante, sem dúvida, foi que não conhecer semântica da linguagem de códigos-fonte mostram um analfabetismo do profissional com a linguagem de produção web. Por isto, o Eis condena os softwares WYSIWYG (What You See Is What You Get).

Para falar sobre acessibilidade e desenvolvimento de sites, Eis usava recorrentemente a deficiência visual de usuários, o acesso à internet através do celular e a própria mãe como exemplos. Nos bastidores, a piada afrodescendente (porque “piada negra” é politicamente incorreto) foi que, talvez, a mãe do palestrante fosse cega e viciada em aparelhos celulares. Maldade.

Já a palestra de Tiago Dória sobre Microformatos foi rápida. Em pouco mais de meia hora o convidado apresentou bem o conceito de microformatos. Dória falou sobre as oportunidades de interações entre websites proporcionados pela inscrição de linhas de código coplementares (microformats) nos códigos dos sites.

Porém, ao ser questionado sobre a funcionalidade, hoje, dos microformatos, Tiago foi sincero. O palestrante disse que, atualmente, as funcionalidades são limitadas, principalmente, pela incapacidade dos atuais navegadores em reconhecer tal tecnologia. A compreensão dos microformatos estará presente, apenas, na próxima versão do Firefox (que hoje já pode acessar microformats, a partir da instalação de adds específicos). A resposta causou frustração no público e desinteresse pelo tema, causando o final precoce da segunda palestra.

Mas é bom reportar que os microformatos serão, possivelmente, uma das tecnologias responsáveis pela futura organização e integração de conteúdos e ferramentas de interação dinâmica das novas mídias. Por isso, geek ou não, quem sair na frente pode de dar muito bem. Se Dória previu o acesso e uso global aos Microformatos para os próximos cinco anos, vale lembrar que na internet, as coisas caminham mais depressa que pensamos.

Final de primeiro dia de Alternativa, os amigos sairam para um after hours com os convidados. E eu fui pra casa, porque alguém aqui tem que trabalhar. Só não sei o porquê de ser sempre eu. Tudo eu.

O que Orkut e cia. Podem dizer sobre sua empresa e suas marcas (Seminário Web 2.0 - Info)

por: Rodrigo Coifman - 27/09/2007

Confesso que quando vi esse tema no programa do seminário web 2.0 da INFO, achei que fosse pura bobagem. Afirmo isso pelo fato de não usar muito o orkut. Não concordo quando vejo a maioria das pessoas reduzirem todo o potencial da rede a MSN e Orkut. Observo que os americanos por exemplo, aproveitam muito mais os sites de comunicação e informação do que nós brasileiros. Alessandro Barbosa da e.Life foi o palestrante mais brilhante do evento na minha opinião. Sua empresa tem o objetivo de monitorar a repercussão de empresas na internet.

Ele começou a palestra de forma espontânea contando uma experiência terrível que ele teve ao comprar o Chevrolet Meriva. Segundo Alessandro, ele constatou que o alarme do seu veículo não era disparado ao abrir o porta-malas. Ele então resolveu enviar um email ao SAC da empresa informando o ocorrido e teve como resposta um email impessoal apenas constatando o problema e dizendo que não tinha solução (ele fez questão de exibir o mail no datashow). Então ele resolveu pesquisar na internet sobre pessoas que compartilhavam do mesmo problema. Encontrou um fórum que trazia uma solução barata que resolvia o problema rapidamente. Logo após isso, criou sua primeira comunidade no Orkut chamada “Eu odeio o Chevrolet Meriva” (atualmente não está mais no ar). Com esse caso pessoal, ele mostrou a quebra de paradigma que com o advento do consumer marketing (também chamado de marketing 2.0) pois no processo de marketing tradicional, o consumidor só consegue ter voz e poder até a compra, após isso ele fica completamente dependente do fornecedor do produto.

Alessandro apontou que índices como relevância, influência, repercussão e popularidade são fundamentais no processo de análise de repercussão. Links de entrada, número de membros, número de comentários e conteúdo dos comentários são alguns dados obtidos facilmente na internet. Verifique o estudo comparativo feito por ele entre o marketing tradicional e o marketing do consumidor:

Marketing Tradicional Marketing 2.0
Boca a boca invisível Boca a boca monitorável
Formadores de opinião: Celebridades Formadores de opinião: Consumidores
Produto desenvolvido internamente Produto desenvolvido em modelo insight
Fonte de Informação: A mídia Fonte de Informação: A mídia + Pessoas

Um dos principais clientes da E.life é o Boticário. Eles utilizam comunidades do Orkut para entender e se relacionar melhor com os seus clientes. Produtos que deixaram de ser fabricados ou apresentaram problemas, são facilmente discutidos ali. As comunidades servem para organizar assuntos e opiniões, mas o atendimento é feito de forma pessoal. “Para meu espanto (e da platéia) o Orkut e sites de redes sociais continuam bloqueados na maioria das empresas. Sinceramente, como as empresas pretendem investigar o espaço mental dos consumidores se desprezam o que eles falam? Não entendo.” disse Alessandro.