Archive for the 'nonsense' Category

BBB - Big Brother “Bonequinho”

por: Rafael Dourado - 28/03/2007

O mestre Fábio Yabu vez por outra some e depois volta com um novo hype. Quando adolescente era um dos participantes do finado site de variedades e cultura nerd putaquepariu.com. Depois criou os Comborangers e praticamente inaugurou no Brasil o desenvolvimento de personagens para internet, que depois sairam do virtual e viraram HQ.

Agora Yabu volta a ser notícia com uma série que mistura BBB, Lost e inúmeras referências à cultura pop: Big Brother Bonequinho. Ao melhor estilo Jovem Nerd, Fábio usa bonecos de brinquedo para contar histórias meio nonsense com as personagens Paris “Barbie” Hilton, Gizmo, Tati e Fox dos Comborangers, Hello Kitty, Moranguinho, Jesus (?), Superman, Pedro “Miau” e outras tantas participações especiais.

Está desocupado e perambulando pela internet? Então dê uma olhada em BBBonequinho.

Coca-Cola x Coca-Cola Zero

por: Saulo - 21/03/2007

cocazero.jpg

Parece batido, mas a receita é boa. Gere conteúdo a partir do seu produto, tempere isso com bom humor, coloque uma pitada de absurdo por cima e publique na web.

A Coca-Cola lançou o site cocacolazero.com pra reforçar a idéia do sabor da nova versão. A conversa é de que ela parece tanto com a original que eles resolveram processar eles mesmos por plágil.

No site você encontra até videos de reuniões onde atores tentam contratar advogados para darem entrada no processo, tudo feito com câmeras escondidas claro.

Quem ganha é a carta.

por: Chico Neto - 19/03/2007

Durante o excelente Alternativa2007, o primeiro convidado do evento, Fábio Seixas, perguntou ao público quais pessoas presentes faziam uso de cartas escritas.

Para minha surpresa, somente eu levantei o braço. Ele, em tom jocoso, perguntou minha idade.

Aos que não sabem, tenho 25 anos.

Na oportunidade, queria que a apresentação de um dos sócios do criativo (?) site Camiseteria prosseguisse. Por isto, não dialoguei com o convidado sobre o assunto. Nem no coffee break. Achei que ocupar minha boca com os saborosos quitutes seria mais válido.

Os milhões de leitores do Netlus (projeção para 2008), imagino, são admiradores das possibilidades infinitas trazidas pela internet. E eu também. Talvez, a maior delas seja a promoção de uma comunicação célere entre usuários nos mais distintos pontos do planeta.

E toda facilidade e velocidade na troca de informação trouxe consigo um novo tipo de discurso. Falo daqueles e-mails rápidos, no quais a resposta é, somente, “ok”. Ou os e-mails enviados para várias pessoas. Correntes forward. Spams. Ou ainda mensagens nas quais você não é mais você. É “vc”. Uma redação que indica breviedade nas palavras como consequência de pouca dedicação do escritor ao leitor.

O que isto trouxe, creio, foi uma vulgarização das informações trazidas nas mensagens de e-mail e de bate-papo. Escrever uma mensagem eletrônica é tão fácil que não nos dedicamos a ela. Não relevamos nosso discurso. E perde-se mais ainda o tempo da delicadeza.

Escrever uma carta parece requerer um pouco de dedicação. Para começar, terá que saber o endereço e CEP do destinatário. Não precisa ser escrita à mão com caneta esferográfica em folha pautada. Pode ser impressa em jato de tinta. Até mesmo os endereços no envelope podem ser correspondência postal. Só que tudo parece solicitar ser mais preciso. Cuidadoso.

Vou continuar enviando e-mails. Diariamente. Dezenas. Mas quando precisar enviar um documento sério, ou uma mensagem para expressar carinho a alguém, não tenhem dúvida, recorrerei ao selo. Não ao send.

Por isto, Fábio, se um dia você tiver a intenção de mostrar grande seriedade ou carinho, saiba de uma coisa: quem ganha é a carta.

Os Piores Sites de Todos os Tempos da História da Humanidade

por: Rafael Dourado - 07/03/2007

Cansou de tentar aprender como fazer? Que tal aprender como NÃO fazer?

O site Worlds Worst Webdesigns cataloga os piores sites da grande rede baseado principalmente em quatro categorias: ausência de doctype, design em tabelas, código xHTML e CSS inválidos. Claro que, hoje em dia, tudo isso ainda vem acompanhado de um layout tosco. Atualmente com apenas três “belezinhas”, o site aceita sugestões e comentários.

E aí? Quais são os piores dos piores? (Não vale dizer o Netlus :P)

“Nunca é cedo para aprender” ass: Xaninha

por: Rafael Dourado - 07/03/2007

Olha quem está falando:

"Nunca é cedo para aprender" ass: Xaninha

As 10 maiores mentiras contadas pelos clientes

por: Rafael Dourado - 14/02/2007

Vi a indicação desse artigo no blog do Marcelo Sant’iago. Segue tradução com comentários próprios.

  1. Faça esse de graça que no próximo a gente se acerta.
    Todo freelancer cai nessa quando faz o 1º trabalho, mas o 2º nunca vem. Ainda tem a desculpa: “é só para saber se você é bom mesmo”.
  2. Pago quando receber a versão final.
    Clientes antigos e confiáveis até podem ter essa liberdade, mas novos clientes… Vide o item 5. E mesmo que termine, pode dizer que não quer mais. E aí? Foi tempo perdido. Por isso contratos são indispensáveis.
  3. Esse trabalho vai te dar muita visibilidade e gerar inúmeros negócios novos.
    Isso pode até ser verdade de fato. O problema é que essa frase geralmente é usada como argumento para baixar (e muito) o preço. Se você já começa fazendo um mal negócio, as indicações chegarão querendo um acordo semelhante.
  4. Bom, não sei se vou fazer o trabalho com você, mas deixe aqui seu material que vou conversar com meu parceiro/investidor/esposa/clero.
    Duas situações possíveis: você não está falando com quem toma a decisão na empresa, ou você acaba de prestar consultoria para um concorrente. No primeiro, tente sempre falar com quem toma as decisões, caso contrário um telefone sem fio acontece e sua defesa já era. No segundo, o cliente liga para um concorrente seu e barganha preço, que vai poder cobrar mais barato, pois todo o trabalho criativo você já fez. Não deixe nada que você gastou horas para fazer na mesa alheia.
  5. O trabalho não foi cancelado, só adiado. Mas em um mês ou dois eu entro em contato.
    Resultado do segundo item. Pode ser uma desculpa para não pagar pelo trabalho feito até então. Se bater a curiosidade, ligue em 2 meses para descobrir quem ficou no seu lugar.
  6. Pra quê contrato?
    Para se resguardar de metade dos itens aqui listados.
  7. Mande-me a conta quando o trabalho for veiculado.
    Mentira para publicitário, não para webdesigners. Com o 1º a veiculação vem depois que o trabalho terminar, logo, deve ser pago. Com o 2º isso não acontece, pois depois que o site está no ar pode precisar de adaptações pelas exigências do servidor ou problemas de renderização.
  8. O último cara fez isso por tantos reais.
    Se o último cara fosse bom o suficiente o cliente não estaria conversando com você agora, não é mesmo? Cobre um preço justo e segure-o. Parasitas sempre irão existir em qualquer mercado, mas se o seu preço reflete a qualidade do seu trabalho, mantenha-o.
  9. Nós só temos tanto para gastar.
    Menos dinheiro, menos trabalho. Não abandone um cliente porque ele não tem o quanto você está cobrando, mas reduza os recursos. Aquela área inovadora que demorava 3 meses para fazer talvez possa esperar mais um pouco.
  10. Estamos com problemas financeiros. Nós dê seu trabalho que assim que ganharmos dinheiro com ele te pagamos.
    Já ouvi muita história sobre isso. Isso é, no mínimo, uma aposta com MUITAS chances de se perder. O cliente pode até de fato ganhar muito dinheiro com seu trabalho, mas como você vai saber? Você não tem controle sobre as finanças da empresa. Não sabe o quanto eles estão gastando e quanto estão perdendo. E você também tem suas próprias contas para pagar.

Ser bom no que se faz não é garantia de sucesso profissional. Lembre-se que ser profissional não é só fazer o que se gosta. Como diria Luli Radfahrer em seu livro, ninguém vai te pagar para passar o dia deitado numa rede na praia bebendo cerveja. Se você não for bom em lidar com cliente, finanças, administração do tempo etc, aprenda ou consiga alguém que faça isso bem para você. Foi o que fiz ao montar a Tropus.

BURROcracia

por: Mariana Fontenelle - 02/02/2007

Como forma de desabafo e protesto, vou deixar aqui registrada a minha indignação com as empresas que burocratizam tanto seus processos que acabam por fazer um desserviço aos clientes.

Estava eu tentando comprar dois teclados ergonômicos da Microsoft pra Tropus e não encontrava em loja alguma. Resolvi ligar pra uma das grandes lojas de produtos de informática pensando que eles deveriam ter um estoque maior.

Liguei e passei meia hora discutindo com o vendedor que só poderia me dar a informação se eles tinham o produto disponível em estoque depois de fazer meu cadastro.

Eu, aperreada como sempre, respondi:

- Oxe, e se não tiver o teclado, eu não vou efetuar compra nenhuma e não tem pra quê eu ter cadastro, não é mesmo? Me diga se você tem o teclado primeiro porque, se tiver, eu faço o cadastro com todo o prazer e vou agora mesmo aí na loja buscá-los com o dinheiro na mão… Nem análise de crédito você vai ter o trabalho de fazer!

Nada Feito!

Mais uns 5 minutos de briga e ele diz como se fosse a Madre Teresa de Calcutá:

- Façamos o seguinte, eu vou olhar pra senhora se tem os teclados, mas saiba que isso é contra as normas da empresa e depois eu vou realmente ter que fazer o cadastro, ok?

- ok! (Afe, finalmente!)

- Dona Mariana, não temos nenhum teclado desse que a senhora quer aqui pra venda pra pessoa jurídica não, mas temos 3 na loja1.

- Ótimo, reserva 2 pra mim!

- Mas a venda lá é pra pessoa física, o que significa que a nota fiscal não sai no nome da empresa da Sra. e é 30,00 mais caro!

- O que??????? Me diga uma coisa, as lojas são do mesmo dono? (Nessa hora me veio mil palavrões a mente, mas minha mãe me ensinou que a gente deve se controlar…)

- São!

- E não pode transferir a mercadoria pra sua loja?

- Até pode, mas o processo é muito complicado, demora alguns dias e bla bla bla…

- Quer dizer que você tem a *#%@* do teclado e não pode vender pra minha empresa?

- É, mais ou menos isso!

- Ok, brigada!

- E o cadastr…

“Tu Tu Tu Tu Tu…”

Eu mereço?

To começando a achar que a meta dele é medida em número de cadastros e não por volume de venda! Só pode!

TJ-SP apronta mais uma

por: Rafael Dourado - 12/01/2007

Os analfabetos digitais do Tribunal de Justiça de São Paulo agoram resolveram proibir comunidades que falem mal do Rubens Barrichello.

Abertas as apostas para ver em quanto tempo eles vão tentar abolir a lei da gravidade.