Archive for the 'Negócios' Category

ImageReward - Mais uma forma de ganhar dinheiro

por: Rafael Dourado - 10/03/2007

Depois do tradicional AdSense, muitas formas de ganhar dinheiro aos poucos estão surgindo na Web. Na Brasil, a última (ou primeira) grande idéia foi o Boo-Box, que transforma suas imagens em atalhos para compras.

Vi no Procurandovagas.org outra idéia gringa dando as caras: o ImageReward. A proposta é cadastrar imagens no serviço acumular pontos cada vez que sua imagem é exibida. Esses pontos podem ser trocados em dinheiro (dólar) ou vale-presentes na Amazon. A relação entre pontos e dinheiro é:

  • $10,00 - 20.000 pontos
  • $25,00 - 50.000 pontos
  • $50,00 - 100.000 pontos
  • $100,00 - 200.000 pontos
  • $200,00 - 400.000 pontos

Vale lembra que é um serviço muito recente e que não conheço história nenhuma ainda de alguém que tenha ganho muito dinheiro com ele. Porém, para você que tem um blog ou um site bacana, acho que vale a pena tentar.

E seja o que Deus quiser…

por: Mariana Fontenelle - 28/12/2006

Quando eu estava na faculdade, tive uma professora de empreendedorismo que era muito empolgada com o conteúdo da cadeira que ministrava.

Em um belo dia de sol, ela começa a aula e… bla bla bla, bla bla bla… eis que solta a bomba: “95% das empresas que abrem no Ceará, fecham com menos de 5 anos de vida”.

Isso lá é coisa que se diga pra um monte de menino desavisado e sonhador no final do curso de administração???? Chega o pessoal murchou de decepção!

Não sei se a culpa é da cara de pau dos cearenses de se meter a fazer o que não sabem, ou se o mercado daqui não favorece (o que eu duvido), ou se o pessoal gosta mesmo é de abrir loja de sapato na Av. Monsenhor Tabosa pra concorrer com outras 100 iguais já existentes.

Só sei que estamos correndo o risco. Já planejamos muito, agora ta na hora de executar. E o final da história, vocês nos perguntem só daqui a 5 anos.

Lixo baratinho! Quem vai querer?

por: Rafael Dourado - 09/12/2006

Vi no Poucas&Boas do Marcelo Sant’Iago um brincadeirinha com os links patrocinados do Google. Mercado Livre e Buscapé disputam no tapa cada palavra-chave. A briga está tão cerrada que até lixo eles estão vendendo:

Lixo! Ótimos preços no Mercado Livre.

Se tem quem costume dizer que trabalhar com gente sempre é problema, trabalhar com robô é pior ainda. Quando trabalhava no Portal Verdes Mares encontramos um detalhe nos links patrocinados no mínimo insensível (ou não). A notícia era de um acidente aéreo que matou inúmeras pessoas. Foi anterior ao acidente da Gol.

No AdSense da página tinha uma propaganda de venda de caixões. Oportunidade é isso aí.

Com vocês, Vossa Majestade: O cliente!

por: Mariana Fontenelle - 22/11/2006

Sim, eles vão te ligar as 22:30h da noite. Sábados, domingos e feriados serão como dias comuns! Você acha que vai poder ir ao cinema sem ser importunado? Quem mandou dar o número do seu celular pra ele? E é assim que serão seus “dias de lazer”… O mais incrível é que eles estão por toda parte, onde quer que você vá. Você cruzará com eles em filas de bancos e até mesmo em restaurantes. Ou seja, não adianta se esconder. A única saída é realmente tentar fazer um bom trabalho (desde o começo), ser o mais transparente possível e o básico: cumprir suas promessas.

Num sei como o brasileiro aprendeu a inventar tão bem desculpas esfarrapadas e a fugir de suas obrigações. É preciso arregaçar as mangas e trabalhar. Sim, meu amigo, trabalhar. Não dói e, até onde eu sei, nunca ninguém morreu pelo excesso disso.

Falo isso porque nós da Tropus temos sido procurados como a última esperança de alguns clientes que chegam sempre com a mesma história: contrataram uma empresa ou um freelancer (na maioria dos casos) que simplesmente sumiu e não terminou o trabalho.

Eles chegam desacreditados, com os dois pés atrás e, daqui que a gente consiga ganhar a confiança desse cliente e passar segurança sobre o mercado de internet, haja Zé.

Mas nada que um relacionamento mais estreito não resolva. Só não se esqueça que isso pode custar algumas boas horas de descanso.

Se vale a pena? Pode apostar!

Fast buy

por: Saulo - 10/11/2006

Relatório da Akamai Technologies revela que consumidor americano espera no máximo 4 segundos pelo carregamento de um site de varejo e em seguida parte pra outro. A pesquisa revelou ainda outros motivos que atrapalham as compras do consumidor eletrônico.
Emarketer (em inglês)

Nos meus testes com banda larga (adsl 256k) hoje:

Submarino.com.br: 14s
Extra: 15s
Fast Shop: 16s
Pernambucanas: 16s
Americanas.com: 18s
Magazine Luiza.com: 25s
Shoptime.com: 30s

A intenção não é comparar nosso varejo online com o americano, mas alertar para o efeito negativo que a lentidão no carregamento pode causar. É bom que os sites nacionais comecem a se preparar para a correria das compras de fim de ano.
Seja sincero, quanto tempo você espera?

Quem precisa de um site?

por: Rafael Dourado - 10/10/2006

Até que se prove o contrário… ninguém. Calma, não estou tentando matar todos vocês que trabalham na área e muito menos querendo dar um tiro no próprio pé. Mas quando se trata de um negócio, cada centavo investido deve ter um retorno positivo (de preferência).

Digo isso pois, apesar de mais de 10 anos de internet comercial, ainda hoje é possível encontrar clientes que querem um site como quem compra um souvenir e o bota na estante para exibição. Ele pode até mostrá-lo para todo mundo que ele conhece, mas se não tiver utilidade nenhuma o máximo que ele vai conseguir é um elogio educado e adeus. Quantas pessoas você conhece que têm uma Torre Eiffel em miniatura, uma fitinha de Senhor do Bonfim, um broche com o símbolo de Canoa Quebrada, uma flâmula dos Lakers, uma montagem com o rosto numa revista ou qualquer outro bibelô de decoração? Milhares? E quantas empresas você conhece que têm um site “institucional” com as seções Quem Somos, Serviços, Fale Conosco e só? Milhões! Decorar a sala com lembranças de viagens pode ser bacana, mas decorar a internet com mais um site é jogar dinheiro fora.

Ora, seguindo o raciocínio do primeiro parágrafo, se alguém paga por um site, o mínimo que essa pessoa ou empresa deve conseguir é algum resultado. E para identificar se esse resultado foi obtido é preciso antes definir com o cliente o(s) objetivo(s) do projeto. É daí que aquela simples “vontade” de ter um site ganha ares de necessidade ou, dependendo da lábia do vendedor, a solução de todos os problemas.

Definir esse objetivo não é complicado. Com uma simples conversa como o cliente já é possível identificar alguns problemas como: processo offline obsoleto, falha dos concorrentes, exigências não atendidas do público-alvo, custos desnecessários, problemas do site atual em outros navegadores etc.

A partir daí as soluções acabam surgindo na hora ou depois, dependendo da experiência de cada um. Mas soluções poucos custosas para o cliente como adaptação do código utilizando conceitos de SEO, utilização de um CMS gratuito, alterações funcionais baseadas nas reclamações dos usuários ou mesmo a otimização do site para conexões mais lentas conseguem melhorá-lo de imediato e são importantes para demonstrar sua capacidade de resolver problemas e gerar resultados. Afinal, através desses resultados é que o cliente poderá definir quem é bom e quem é ruim, já que não somos como médicos que inúmeros diplomas na parede e agenda lotada indicam melhor qualificação.

Projetos mais ambiciosos merecem um carinho especial, mas as informações adequadas também farão a diferença. Nada de aceitar briefing como eu chegava a ver no tempo de universitário:

Fazer campanha de outdoor para o colégio tal com as fotos que estão no CD e usando verde porque é a cor do carro do cliente.

Tá bom, eu exagerei. Mas não fica muito longe disso não. Resultado a médio e longo prazo merecem um ótimo planejamento. Mas isso é assunto para outros posts…

Adios.

Rede sem fio no Sertão

por: Rodrigo Coifman - 10/10/2006

A tecnologia a cada dia rompe fronteiras. Nunca imaginei viajar para o interior do Ceará e poder acessar a internet no meio de uma praça pública. Na última semana, li uma matéria veiculada no jornal Diário do Nordeste, que noticiava a inauguração do acesso público wireless na cidade de Sobral desde de setembro deste ano.

“Esta é a segunda iniciativa quanto ao acesso gratuito à internet. A idéia surgiu de um programa maior de inclusão digital, que criou o primeiro provedor de internet municipal gratuito do Brasil, o Sobral.org (www.sobral.org). Também oferecendo contas de e-mail gratuitas para a população, o projeto deu certo e funciona com sucesso até hoje, tendo uma rede de 23.577 usuários em todos os Estados do país”.

Apesar de algumas pessoas acharem que o governo deveria priorizar gastos com saúde e habitação, vejo que a implementação desse acesso além de agregar muito na área da educação, permite que todos os sistemas públicos funcionem de forma ágil e eficiente.

Google compra YouTube por $1,65 bilhão de dólares

por: Mariana Fontenelle - 09/10/2006

Para quem até pouco tempo estava reclamando na Veja que não conseguia monetarizar o site… tsc tsc tsc.

Veja a notícia no NYT.