Archive for the 'Negócios' Category

Café Com Internet

por: Saulo - 01/07/2008

Ok, é verdade que resolvi mudar de carreira, mas ainda acho interessante as discussões sobre publicidade online, principalmente quando elas são sobre o mercado cearense. Foi por isso que, ao receber a dica da Cynara via Twitter, confirmei a presença no Café com Internet, evento promovido pela WBI Brasil em parceria com o portal O Povo Digital sobre publicidade online e sobre o próprio portal.

Depois de fazer uma breve pesquisa sobre o tema do evento e as duas empresas, preparei-me para as possíveis contradições. Como falar sobre marketing digital e planejamento de comunicação online em tempos de web 2.0 em um evento com o apoio de um portal? A valorização de qualquer coisa diferente dos formatos tradionais de banners, floater ads e pop-ups é no mínimo pouco interessante para os negócios de um portal, já que esses são os formatos que ele mais valoriza. Acho inclusive que isso prejudicou um pouco o conteúdo da primeira palestra…

Primeiro falou Paulo Kendzerski, diretor da WBI Brasil, sobre “Publicidade Online. As melhores empresas já fazem. E a sua, quando começa?”.

Fiquei aguardando ansioso as colocações do Paulo, principalmente depois de saber de debates acalourados em listas de discussão na internet que criticavam seu trabalho. Posso até dizer que cheguei ao local com um certo preconceito. Talvez também pelas experiências negativas que tive em eventos passados, mas o nível não foi ruim. Apesar de ver e ouvir muitos clichês e lugares comuns o tempo inteiro (tem quem agüente mais uma palestra começando com o vídeo do Rafinha?), considerando que o público parecia novo e que repetições podem ser positivas para os cabeças mais duras, o saldo foi positivo.

Incomodei-me um pouco com a apologia ao envio de e-mails e sms sem permissão clara. Por mais que os dados apresentados na palestra “provem” que a maioria das pessoas adora receber e-mails de propaganda (do que eu discordo), acho que deve sempre estar clara a opção para não recebê-los em respeito à minoria maluca da qual faço parte. Um exemplo dessa má fé é a própria ficha de inscrição online do evento, extremamente perigosa.

Achei poucas as explicações sobre posicionamento em sistemas de busca e links patrocinados o que teria dado uma excelente palestra por si só, mas com certeza não era conveniente falar muito sobre maneiras alternativas de aumentar sua visibilidade quando o palestrante seguinte falaria sobre a maravilha que é anunciar no seu portal.

Pretendo ouvir o Paulo Kendzerski mais vezes se surgirem oportunidades. Seria legal saber a opinião dele sobre adsense e outros programas de afiliados direcionados aos blogs, por exemplo.

Depois falou o João Bosco Leite Couto Jr., Coordenador do O Povo Digital sobre as “Possibilidades de Publicidade Online do principal veículo do Ceará”.

Já começou mal. Eu ainda não entendi o que faz d’O Povo o principal portal do estado já que ninguém explicou isso lá. Até que me provem, os dois são equivalentes em números e em público. Em conteúdo, eu prefiro o concorrente Portal Verdes Mares que me parece trabalhar melhor as informações para a internet.

Se o primeiro palestrante foi repetitivo o segundo teve cheiro de môfo. Convenhamos, qual seria a grande novidade ao se falar em super banners, dhtml (detesto esse nome), janelas pop-ups, hotsites (que mais pareciam encartes virtuais estáticos) etc etc? Um sistema de acompanhamento de veiculação não é um grande diferencial. A segmentação da veiculação por tempo e conteúdo também não. Um jornal que você pode folhear na internet é? Não acho.

Gostei de ver o número de anunciantes aumentando, isso sim é novidade. E me passaram realmente a impressão de que estão fazendo um bom trabalho de planejamento e pós-venda com eles. Parabéns! Trabalhar com internet no mercado cearense é realmente uma catequese como foi falado.

Perguntas que mereciam melhores respostas: “Por que se cobra por impressão e não por cliques?” e “O que falta para a propaganda na internet deslanchar no Ceará?”. A velha resposta “por questões culturais” não responde. É apenas uma espécie de fuga de debates que precisam acontecer. Cada uma dessas perguntas merece um post. Este aqui já passou do tamanho.

Por fim, uma pequena correção: o nome do sistema de publicidade contextualizado do Google é Adwords e não Hotwords e ele exibe anúncios gráficos também.

No geral o evento foi fraco para quem esperava novidades relevantes. Se ele cumpriu ou não o seu objetivo só quem o promoveu pode dizer. Ficamos no aguardo de mais oportunidades de reencontro. Talvez na próxima o chopp dê certo.

Opa! Escola de Design

por: Rafael Dourado - 25/01/2008

Opa! Escola de Design Finalmente um lugar bacana para se estudar design em Fortaleza. Alberto, Dirceu e Bruno, meus amigos de pós-graduação em Design Gráfico, juntarem-se ao professor Mário Roque e montaram uma escola onde design é levado a sério e aprendido na prática.

A Opa! está oferecendo oficinas em Stencil, Croquis, Postais e Diagramação, além do curso completo em Design Gráfico, que já começa agora em fevereiro.

Vida longa à Opa! e que o mercado de design continue crescendo nesta cidade.

Confira o site!

Azar demais para um único dia!

por: Rodrigo Coifman - 08/01/2008

Projeto Blogs Diário do Nordeste

por: Rodrigo Coifman - 11/12/2007

Matéria do Caderno Tecnoguia citando o Projeto dos Blogs do Diário do Nordeste

No meio desse ano, nós da Tropus recebemos a missão de desenvolver um layout para os blogs do Diário do Nordeste. Quando o sistema Verdes Mares nos procurou sabíamos da importância e repercussão de um projeto como esse. A equipe de desenvolvimento web do projeto já tinha optado pelo Wordpress, famoso gerenciador de blogs da atualidade. Com isso, tivemos o cuidado de entregar o tema já pronto apenas para ser publicado.

Não demoramos mais de um mês nesse projeto, devido a urgência e também por já existir um estudo visual pré-definido pela equipe do jornal. Vejam a matéria explicando mais sobre o projeto.

Qual seu nome?!

por: Chico Neto - 26/11/2007

Em design, escolher nome de empresa, produto, serviço tem nome. Chama-se naming. Se preferir: marca nominativa.

Nos cursos de graduação em Letras há, inclusive, disciplinas de Criação Lexical dedicadas a tal estudo. Um fonema tal que significa ou representa este ou aquele sentimento. Muita epistemologia, neologismos e Aurélio Buarque de Holanda nessas horas.

O importante, em todos os casos, é conceber um vocábulo capaz de representar verbalmente os valores da causa e dialogar com a estratégia do projeto. Do nome de um remédio ao nome de um plano de saúde. Se possível, por favor, que seja uma palavra de fácil pronúncia, simples redação e rápida assimilação.

Estou, neste momento, envolvido na concepção das marcas nominativas de duas instituições. Um dos casos merece destaque por um simples detalhe: o cliente solicitou que o nome estivesse disponível para o registro de domínio “.com.br”.

Ai, ai, ai!

O cliente, que tem sempre a razão, realmente tinha várias boas razões em se preocupar com isto. Ele já reconhece a internet como meio de comunicação estratégico na concepção da instituição. Ótimo.

O problema é que existem, agora, 1.125.083 chances de fracasso na escolha do novo nome da instituição. Tal número corresponde a quantidade de domínios com registro “.com.br”. E isto significa duas coisas. Primeiro, que vai ser cada vez mais difícil encontrar um domínio disponível para tal categoria de registro.

Só para ilustrar o quão raros estão os endereços, fiz uma pesquisa vasta pela cultura grego-romana, celta, tupi, egípcia e nórdica. Todos os nomes consultados estavam registrados. Sem falar nas várias tentativas no universo da astronomia. Nenhuma estrelinha restou. Tudo registradinho.

Segundo, que vai chegar o momento em que, finalmente, o uso das várias outras DPNs (Domínios de Primeiro Nível) será praticado corretamente. Logo, advogados terão seus sites registrados com terminação “.adv.br”, entidades da área de turismo com “.tur.br” e “.etc.br”…

E, se a quantidade de novos registros seguir a atual e expressiva estatística ascendente, tão logo, criaremos novo parâmetros para registros identificados. Se os veículos e telefones ganharam novos algarismos e dígitos, logo, será a vez da internet.

O perigo do Adsense

por: Rodrigo Coifman - 21/11/2007

A idéia de relacionar publicidade com conteúdo foi uma idéia interessante e amplamente difundida na web. Agora o segredo de um milhão de dólares vai ser como fazer um relacionamento inteligente para não acontecer casos como esse:

Matéria do Portal Verdes Mares

Magento. Solução OpenSource para eCommerce.

por: Rafael Dourado - 08/10/2007

Depois da exculhambação que esse blog se tornou semana passada, voltemos a nossa programação normal…

Ultimamente ando pesquisando um bocado sobre soluções para comércio eletrônico e ainda não encontrei nada como eu queria. A maioria das opções free ou opensource são extremamente limitadas ou muito bagunçadas, seja para implementar ou para personalizar.

Das opções que conheci, duas tive contato mais próximo: LocaWeb Comércio Eletrônico e OsCommerce. A primeira eu odiei, pois geralmente precisava da ajuda de um programador para fugir do padrão oferecido de tão amarrado que é. Já a segunda foi a que mais me agradou até então pelos módulos de geração de boletos e opções de venda utilizando serviços nacionais, além de ser relativamente simples de implementar.

Semana passada fui apresentado a uma opção OpenSource pensada para se tornar o padrão em comércio eletrônico assim como o Wordpress se tornou o padrão para blogs: Magento. Dentro os recursos, itens que agradam desenvolvedores, lojistas e consumidores: temas, código semântico, URLs amigáveis, busca interna, tags, análise de produtos, lista de desejos, CMS completo, comparação de produtos, gerenciamento de múltiplas moedas, múltiplas lojas, envio para múltiplos endereços, extensões etc.

Atualmente o Magento está em versão beta (e eu acho que é beta mesmo, não o beta por princípios do Google). Tem um demo no site oficial e vários screenshots e vídeos. Estou testando algumas coisas nele e provavelmente devo criar uma loja pequena com ele para ver se esse bixo presta mesmo. Quem testá-lo também, fique à vontade para comentar aqui sua experiência com ele.

Só assim pra eu revelar minhas fotos!

por: Mariana Fontenelle - 03/09/2007

Não vou mentir que eu nunca me lembro de mandar revelar minhas fotos. Por conta disso, já perdi um acervo antigo de fotos dos tempos de faculdade no dia fatídico que quase perco minha monografia (na véspera da entrega), mas que me rendeu conhecer o Rafael Dourado. Não, eu não fiz backup… podem me xingar! No final deu tudo certo, mas as fotos se foram, ficaram apenas as lembranças.

Sabendo disso, vocês imaginam a minha cara de felicidade quando, no Encontro de Blogueiros, ganhei do Rafael Duarte, da Abafilm, um cartão com 17 revelações gratis pelo site deles. O melhor é que uniu o útil ao agradável, e nem a minha preguiça podia ser usada como desculpa. Resultado, uma ótima impressão do serviço que eles oferecem que até agora só tinha ouvido falar.

O Marketing e a fidelidade.

por: Chico Neto - 24/06/2007

Na última semana, mais uma vez, observei duas ações de comunicação e precificação de marketing que me deixaram irritado. Tratam-se de campanhas da TV Show e da Oi Velox para a captação de novos clientes e, conseqüentemente, aumento nas vendas. Em ambos os casos, a operadora de televisão por assinatura e provedora de internet banda larga, respectivamente, oferecem uma série de descontos e isenções para novas assinaturas.

São preços reduzidos e exclusão de taxas de instalação. Mas só para novos clientes. Eu, por exemplo, que já sou cliente de ambas empresas há mais de dois anos, continuo pagando o mesmo preço - mais caro - para utilizar os mesmos serviços adquiridos por novos assinantes.

Irritante!

Quando questionado por clientes e parceiros, jamais (!) sugiro estratégias que transferem benefícios maiores a novos clientes em relação a usuários fiéis. Principalmente quando o assunto é um serviço de assinatura, como os dois exemplos acima.

Não sou contra um hospitaleiro gesto de boas-vindas, pelo contrário. Até porque o povo cearense é conhecido por ser extremamente receptivo. Porém, no Ceará há também um péssimo hábito em enaltecer os novos visitantes e, para isto, diminuir os benefícios dos hóspedes cotidianos, o seu próprio povo.

No livro Marketing para o Século XXI, o “mestre dos magos” Philip Kotler aponta as principais práticas do que ele chama de um ultrapassado e negativo Marketing de Neandertal:

  • Equiparar marketing a vendas.
  • Enfatizar a conquista de clientes, e não sua manutenção.
  • Tentar lucrar em cada transação em vez de lucrar gerenciando o valor do tempo de vida de um cliente.
  • Elevar preços com base em markup (porcentagem do custo ou preço de um produto acrescentada ao custo para obter o preço de venda).
  • Planejar cada ferramenta de comunicação separadamente em vez de integrá-las.
  • Vender o produto em vez de tentar compreender e atender às reais necessidades dos clientes.

Como o próprio Kotler sugere, o tipo de lucro que garante a longevidade dos dividendos de uma instituição está nas estratégias focadas, principalmente, nos atuais clientes. São eles os principais promotores da experiência positiva do consumo. Os maiores agentes de venda. A previdência que, mensalmente, garante o futuro da organização. Mantê-los e apaixoná-los constantemente, tornando-os realmente fieis, é uma das melhores soluções de marketing.

O resto, como diz a gíria, é “galinhagem”.

Webby Hour Maio

por: Rodrigo Coifman - 29/05/2007

Webby Hour

Excelente momento para quem quer bater um papo sobre internet, negócios e comunicação. Esse evento organizado pelo Portal Verdes Mares já é referência no mercado cearense.

Então não perca no próximo dia 30/05 (quarta-feira) na Zug Choperia (Rua Professor Dias da Rocha, 579 - Meireles) a partir das 20:30.

O último encontro deu o que falar, vamos ver o que rola neste.