Archive for the 'Geral' Category

Sou o mais novo twittero

por: Rafael Dourado - 01/10/2007

Com o seguinte argumento Glacial me convenceu a usar o Twitter:

Em vez de te contar agora os links legais, eu jogo no twitter e o povo posta antes de tu.

Fidumaégua. O Saulo (o blogueiro que não bloga) já tentou me convencer a usar o Powce, mas não me acostumei. Pelo menos uma coisa o Twitter é: simples. Principalmente quando usado direto pelo Gtalk. O que só me faz ter vontade de usar o Twitter como um Messenger público. Privacidade? Pra quê?

Quem quiser acampanhar as besteiras que falo por lá: http://twitter.com/rdourado.

O que Orkut e cia. Podem dizer sobre sua empresa e suas marcas (Seminário Web 2.0 - Info)

por: Rodrigo Coifman - 27/09/2007

Confesso que quando vi esse tema no programa do seminário web 2.0 da INFO, achei que fosse pura bobagem. Afirmo isso pelo fato de não usar muito o orkut. Não concordo quando vejo a maioria das pessoas reduzirem todo o potencial da rede a MSN e Orkut. Observo que os americanos por exemplo, aproveitam muito mais os sites de comunicação e informação do que nós brasileiros. Alessandro Barbosa da e.Life foi o palestrante mais brilhante do evento na minha opinião. Sua empresa tem o objetivo de monitorar a repercussão de empresas na internet.

Ele começou a palestra de forma espontânea contando uma experiência terrível que ele teve ao comprar o Chevrolet Meriva. Segundo Alessandro, ele constatou que o alarme do seu veículo não era disparado ao abrir o porta-malas. Ele então resolveu enviar um email ao SAC da empresa informando o ocorrido e teve como resposta um email impessoal apenas constatando o problema e dizendo que não tinha solução (ele fez questão de exibir o mail no datashow). Então ele resolveu pesquisar na internet sobre pessoas que compartilhavam do mesmo problema. Encontrou um fórum que trazia uma solução barata que resolvia o problema rapidamente. Logo após isso, criou sua primeira comunidade no Orkut chamada “Eu odeio o Chevrolet Meriva” (atualmente não está mais no ar). Com esse caso pessoal, ele mostrou a quebra de paradigma que com o advento do consumer marketing (também chamado de marketing 2.0) pois no processo de marketing tradicional, o consumidor só consegue ter voz e poder até a compra, após isso ele fica completamente dependente do fornecedor do produto.

Alessandro apontou que índices como relevância, influência, repercussão e popularidade são fundamentais no processo de análise de repercussão. Links de entrada, número de membros, número de comentários e conteúdo dos comentários são alguns dados obtidos facilmente na internet. Verifique o estudo comparativo feito por ele entre o marketing tradicional e o marketing do consumidor:

Marketing Tradicional Marketing 2.0
Boca a boca invisível Boca a boca monitorável
Formadores de opinião: Celebridades Formadores de opinião: Consumidores
Produto desenvolvido internamente Produto desenvolvido em modelo insight
Fonte de Informação: A mídia Fonte de Informação: A mídia + Pessoas

Um dos principais clientes da E.life é o Boticário. Eles utilizam comunidades do Orkut para entender e se relacionar melhor com os seus clientes. Produtos que deixaram de ser fabricados ou apresentaram problemas, são facilmente discutidos ali. As comunidades servem para organizar assuntos e opiniões, mas o atendimento é feito de forma pessoal. “Para meu espanto (e da platéia) o Orkut e sites de redes sociais continuam bloqueados na maioria das empresas. Sinceramente, como as empresas pretendem investigar o espaço mental dos consumidores se desprezam o que eles falam? Não entendo.” disse Alessandro.

A nova publicidade - Seminário Web 2.0 (Info)

por: Rodrigo Coifman - 25/09/2007

O segundo debate do seminário foi sem dúvida um dos mais importantes do evento. Digo isso devido a ser um assunto mais voltado para área de negócios. Diversas empresas e pessoas têm perseguido uma boa remuneração através de publicidade na web. Para discutir o assunto, estavam lá: Guilherme Ribenboim (Yahoo! Brasil), Osvaldo Barbosa de Oliveira (Microsoft Online Services Group no Brasil) e Roberto Grosman (AdSense do Google para a América Latina). Mediando toda a conversa Maurício Grego, editor-sênior da INFO e guru do INFOLAB.

O que observei é que a conversa foi mais para mostrar um futuro do que retratar o presente. Osvaldo apostou em publicidade de vídeo por IP, baseando-se no princípio que a publicidade que funciona deve ser específica e relevante. O que achei mais interessante na exposição de idéias foi o conceito de Behavior Target ou seja não basta apenas saber características dos usuários de um determinado site como sexo, posição geográfica ou classe social, mas o comportamento dessas pessoas em seu site. A análise de comportamento direciona muito mais do que uma pilha de informação que na maioria das vezes não dizem muita coisa.

Roberto Grosman do Google mostrou um novo modelo de publicidade chamado Client to Call que tem funcionado nos USA e que já começa a ser implementado no Brasil. O modelo atende aquelas pessoas que por algum motivo ainda não possuem um site ou um serviço web de atendimento. Associado ao google maps você consegue localizar algumas empresas em determinadas posições do mapa. Quando o internauta clica sobre a logo da empresa no mapa automaticamente efetua uma ligação via VOIP para a empresa, que atende utilizando o sistema de atendimento tradicional. Grosman mostrou que o grande desafio em uma publicidade efetiva é ser o menos intrusivo possível. Falou isso baseado em tentativas de inserção de propagandas com vídeos curtos ou longos no You Tube, mostraram queda de audiência. Uma das perguntas oriundas da platéia era como aproveitar melhor a publicidade dentro de comunidades de relacionamento como Orkut. Roberto mostrou que o que impede a exploração dentro das comunidades são na verdade dois fatores: a política de privacidade que oferece sigilo aos usuários e a mensuração de audiência dentro das comunidades. Segundo ele, é muito difícil saber quanto tempo alguém realmente utiliza de orkut por dia pois muitas pessoas entram e deixam a página aberta conectada e outras entram várias vezes ao dia porém fica por pouco tempo.

Guilherme Ribenboim enfatizou que nem sempre a métrica mais importante para aferir audiência é o click. Ele acredita que existem outras métricas tão importantes como a de engajamento e exposição da marca (Brand). Mas segundo ele o segredo para um bom resultado em publicade não é só o crossmedia mas uma perfeita combinação de publicidade dentro de uma mesma mídia.

Todos os palestrantes apontaram novos formatos para o presente como publicidade dentro dos feeds RSS, mapas e dispositivos móveis.

O internauta faz a web - Seminário Web 2.0 (Info)

por: Rodrigo Coifman - 24/09/2007

O internauta faz a web - Seminário Web 2.0

Esse foi o tema da palestra que abriu o seminário da Info na última segunda-feira. Para o debate, ninguém mais ninguém menos que Fernando Madeira (Terra América Latina), Joyce Jane (Infoglobo) e Carlos Nepomuceno (UFRJ e Instituto de Inteligência Coletiva). Para mediar o debate, Débora Fortes, redatora-chefe da INFO.

Joyce Jane começou falando sobre a experiência inicial de uma editoria que publicava conteúdo produzido pelos leitores do site que transformou-se numa seção do Globo Online chamada “Eu repórter“. Logo após a criação do canal, o número de comentários aumentou de forma considerável. Antes, 6.700 comentários chegavam ao mês à redação, hoje ultrapassam os 44.000 comentários. Joyce enfatizou o interesse substancial da Globo em aproveitar o conteúdo produzido pelo leitor, pois ,além de aumentar a capacidade de produção, consegue-se um contéudo com maior abrangência territorial e diferenciado das principais agências que fornecem conteúdo para os veículos de comunicação.

Fernando Madeira, presidente do Terra América Latina, iniciou sua palestra apresentando seu canal de conteúdo participativo chamado “VC Repórter“. Atualmente, existem 19.000 repórteres contribuindo com uma média de 2000 matérias, mas são publicadas apenas 100 matérias por mês. Fernando comentou que muitas vezes as matérias mais acessadas dentro de todo o portal originam-se desse tipo de conteúdo.

A grande aposta do UOL foram os grupos de discussão. Mais de 50.000 pessoas deixaram sua opinião alguns minutos depois do resultado da votação que absolveu Renan Calheiros. Ao contrário do que se pensa, apenas 5% do conteúdo era indevido e não podia ser publicado.

Carlos Nepomuceno, da UFRJ, apresentou os principais modelos de publicação de conteúdo na web. Deixou claro que não existe um modelo padrão, na verdade o segredo está em detectar o melhor modelo para um determinado projeto. Eis os 4 modelos apresentados:

  1. “Eu publico e ninguém comenta.” - Modelo Vertical.
  2. “Eu publico e usuários comentam (moderado ou não-moderado).”
  3. “Todos publicam.”
  4. “Todos publicam e alteram o conteúdo uns dos outros.” - Modelo Wiki.

Inserindo Flash sem acabar com a acessibilidade

por: Rafael Dourado - 23/09/2007

Depois da discursão que rolou no último Puto-que-os-pariu e de algumas conversas pelo Messenger, percebi que o artigo sobre UFO do Henrique já está tão antigo que muitas pessoas podem não ter lido.

Antes de conhecer essa técnica eu utilizava a Flash Satay, porém tive problemas com um cliente que precisava que seu site fosse acessível para celulares. Não sei em outros celulares — estou apenas começando a estudar as particularidades de sites para celulares (e correndo o risco da Apple mudar tudo) — mas no BlackBerry que o cliente usava, Flash ou travava a aplicação com um erro ou criava um buraco branco gigante no espaço que se pretendia preencher.

E mesmo em computadores pessoais, o Internet Explorer mostrando aquela caixa branca com um xis vermelho seguido de um aviso não é nada agradável para quem não sabe nem que o Flash tinha versão, quanto mais que era “obrigado” a atualizá-la.

Para resolver esses problemas, um cidadão chamado Bobby van der Sluis criou o Unobtrusive Flash Objects (UFO). Ele nada mais é que um script que verifica a existência do Flash Player na máquina do usuário e, caso ele existe na versão desejada, exibe o Flash em uma div. Ou seja, é possível utilizar Flash em seu site e ainda assim seguir os padrões web sem discriminar ninguém que supostamente não é o seu público. Basta seguir esses passos:

  1. Copie este script para o servidor.
  2. Coloque o seguinte código na entre o <head> e o </head>, prestando atenção no caminho onde o arquivo está:
    <script type="text/javascript" src="../ufo.js"></script>
  3. Escolha a div cujo conteúdo será substituido pelo Flash e escreve este código logo após a linha anterior:
    <script type="text/javascript">
    var FO = { movie:"nomeDoFlash.swf", width:"300", height:"120", majorversion:"6", build:"0" };
    UFO.create(FO, "nomeDaDiv");
    </script>
  4. Qualquer dúvida, consulte a página de exemplo.

Pronto. Acabou a briga com os usuários fora do seu target. Ou não…

Daniel Matos, blogodependente

por: Rafael Dourado - 21/09/2007

“Vai te lascar, Rafael. Dois vídeos de YouTube no mesmo dia?”

Foi mal, pô! Mas é que esse vídeo “merece um post, lol lol lol”. Culpa do Glacial.

Activism marketing?!

por: Chico Neto - 19/09/2007

Neologismo. Coincidências? Vem aí o Activism Marketing. Live 8, Bloqueio Não, I´m Making a Difference, Design can change. Tudo isso junto numa futura mistura de Marketing para promoção de Causas Sociais (que é diferente de Marketing Social, por favor) e internet.

Acabo de encontrar mais um exemplo. Dentro do site destinado ao público universitário, a MTV norte-americana criou um espaço chamado Activism on mtvU. Lá os usuários são convidados, assim como no caso do Windows Live Messenger, para fazer a diferença (Make a difference).

Após a criação de várias fundações e organizações não-governamentais e sem fins lucrativos, por organizações privadas e com fins lucrativos, a responsabilidade social empresarial vai, finalmente, encontrando a internet. O apelo é interessante: convidar os usuários a “salvar” o planeta sem levantar o traseiro e sair da frente do computador.

Há exemplos dos bons samaritanos e das ações efetivas, é claro. Mas, repetindo, o fato é que o marketing promocional, disfarçado de ativismo social, chegou de vez na internet.

Amém.

Seminário Web 2.0 - Primeira Impressão

por: Rodrigo Coifman - 17/09/2007
Credenciamento Seminário Web 2.0

Conforme prometido e depois de avião, ônibus e táxi, aqui estou diretamente de São Paulo para trazer as novidades do seminário web 2.0 da Info. Acreditando que ia pegar um baita trânsito, acabei me antecipando e chegando mais cedo no Blue Tree. Como ainda não tinha começado nem o credenciamento, resolvi acessar a internet com o meu dongle wi-fi que comprei ontem na Avenida Paulista (me lembrem de contar depois a minha aventura na Paulista ontem). Por sinal, a única crítica ao evento foi o acesso a internet.

Minhas primeiras impressões do evento são até agora as melhores. Muitas pessoas interessadas no assunto, bons palestrantes, cases, mediadores e temas. O evento começou pontualmente com direito ao auditório cheio. Logo mais conto resumidamente os principais assuntos abordados em cada palestra. Até já pois tenho que pegar uma ponte aérea para o Rio.

Coffee Break - Hotel Blue Tree

Passa pro meu Gmail

por: Chico Neto - 15/09/2007

Outra do Google. O time multicolorido apresenta, na página de acesso ao Gmail, uma ação colaborativa para promover o serviço de correio eletrônico.

A idéia funcionou mais ou menos assim: o site solicitou, durante um período, o envio de vídeos apresentando a transmissão de uma mensagem e tendo a marca gráfica do Gmail como protagonista. E as pessoas esperavam pra ver no que isso findaria.

A espera acabou. Vejam.

Ah, pra concluir, há também um Google Map, apresentando alguns vídeos selecionados de diferentes partes do planeta. Adivinha de onde vem uma das colaborações escolhidas?

Seminário Web 2.0

por: Rodrigo Coifman - 13/09/2007

Na próxima segunda-feira (17/09 e dia do meu aniversário) estou indo participar do seminário web 2.0 realizado pela editora Abril e Info Exame em São Paulo. Eu adoro o assunto e não poderia perder essa grande oportunidade de conhecer mais sobre os rumos e tendências da web nas empresas.

Veja a programação completa do evento:

Palestras

  • O Internauta faz a web
  • A nova publicidade - os links patrocinados
  • Mashups - O case da Coca-Cola
  • Como colocar a sua marca no mapa da internet - o uso de SEO e SEM
  • Second Life o que vale a pena
  • Os empreendedores da nova web
  • O que Orkut e cia. Podem dizer sobre sua empresa e suas marcas
  • O Google e a Web 2.0
  • Os blogs e a sabedoria das multidões
  • Os wikis como ferramenta de participação
  • Tecnologia da web 2.0
  • Os mapas nos negócios

Palestrantes

Informações Adicionais

  • Evento: Seminário Web 2.0
  • Descrição: O seminário da INFO sobre as tendências da internet nas empresas
  • Site Oficial
  • Inscrições
  • Valor do Ingresso: R$ 690,00 (Incluso 2 coffee breaks e material de apoio)
  • Realização: Info Exame - Editora Abril
  • Organização: Sirin & Haguiara - Marketing de Eventos
  • Data: 17/09/2007 das 8h as 18h
  • Local: Hotel Blue Tree Towers Morumbi
  • Endereço: Av. Roque Petroni Junior, 1000 - Brooklin Novo - São Paulo/SP CEP:04707-000
  • Telefone: (11) 3052-3647 - Ramal 27 (Segunda a Sexta das 9h as 18h)

Ah! Se você não puder ir não se preocupe estou levando smartphone e notebook para registrar tudo aqui no Netlus.