Archive for the 'Geral' Category

Estudante paga meia?

por: Mariana Fontenelle - 18/03/2008

Eu me divirto com os argumentos que recebo quase que diariamente como tentativa de conseguir algum desconto no desenvolvimento dos sites. Desde a famosa permuta até a tentativa de menosprezar o trabalho para que ele saia mais barato: “É só um sitezinho, bem simplezinho…”. Já vi de tudo. Ou quase tudo.

A última foi a mais criativa, na minha opinião. Um cliente queria fazer um site para seu filho (que deve ter a minha idade, por sinal) e argumentou: “mas ele é uma criança! Não se pode cobrar de uma criança o preço que você cobra pra um adulto!!!”

Só faltou perguntar se eu aceitava carteira de estudante! hehehehe

Ai ai, esse povo é muito criativo!

Walkman ou IPod?

por: Chico Neto - 13/02/2008

GameBoy vira armadura de IPod

Que tal um jeito over de não sair por aí exibindo seu IPod, inclusive para os meliantes? O genial Sirljohns manda algumas sugestões. Você pode transformar o famoso player da Apple em Walkman, ou GameBoy. Aproveite que o estilo retrô oitentista e noventista está no auge. Confira o flickr do Sirljohns e siga o passo-a-passo. Isto sim é Geekfashion!

A volta do escambo

por: Mariana Fontenelle - 20/10/2007

Minha experiência de pouco mais de um ano no atendimento comercial da Tropus tem rendido algumas saias justas e algumas histórias engraçadas.

Recentemente, ao negociar o desenvolvimento de um projeto com um novo cliente, fui surpreendida com uma proposta meio estranha. Tratava-ve de uma loja de roupas e o cliente queria pagar em mercadorias. Desde quando camiseta substitui o bom e velho “dim dim”?

Isso me lembrou um outro episódio de dois clientes que tive quando trabalhava em outra empresa. Um deles que teimava em querer pagar com pizza (era uma pizzaria, claro) e outro em sushi. Até que ponto dá pra negociar quando a moeda de troca não é o dinheiro?

Em alguns casos, principalmente quando se trata de prestação de serviço, dá pra tentar oferecer um em troca de outro quando a permulta é válida para ambas as partes. Mas eu fico me perguntando: em quantos anos o cara da pizza terminaria de me pagar se eu topasse?

E meus funcionários aceitariam receber o salário em camisetas?

Tenho percebido que as pessoas tentam de tudo para conseguir um descontinho a mais, desde tentativas em sonegação de impostos (muitos tentam negociar um desconto na dispensa da nota fiscal) até redução de funcionalidades do projeto. Esse último, quase ninguém quer! Não quero discutir aqui o que é certo ou errado, se a carga tributária no Brasil é justa ou não… Não é essa a questão.

Existe apenas um argumento que desarma qualquer tentativa de pedido de desconto: quando se trata do salário dos outros. Chegando a determinado ponto da negociação, Quando você não tem mais de onde tirar nem um centavo e o cliente ainda não está satisfeito, o que tem me salvado muito é a sensibilidade das pessoas quanto ao salário dos meus queridos funcionários.

Não dá pra se negociar em cima do ganha-pão de outra pessoa. Se a hora de trabalho de um profissional é R$10,00, por exemplo, não dá pra dizer: “Ô, faz por R$7,00???”

Sem querer generalizar, mas já generalizando: isso me leva a crer que as pessoas contratam empresas por segurança e profissionalismo, mas tentam sugar tudo o que podem para que o preço acabe sendo equivalente a contratação de um freelancer. Enfim, não dá pra ter tudo, não é?

Comida “Requentada” #2

por: Rafael Dourado - 16/10/2007

Mais uma vez o Google aprontando das suas. O artigo do Rodrigo Coifman sobre o péssimo atendimento do Ponto Frio virou fórum sobre vendas online.

Ainda apareceu por lá os saudosistas da época da 1ª revolução industrial defendendo que a “máquina” não pode ocupar o emprego dos vendedores que tanto se esforçam para nos oferecer o melhor negócio, e não há nada melhor do que perder tempo no trânsito e ir a um shopping bater perna atrás de uma coisa que mesmo na pior das hipóteses você nunca correrá o risco de não receber.

Isso merece um post, mas não hoje. Dê uma lida no artigo e entre na discursão.

Estou vendendo muita coisa

por: Rodrigo Coifman - 11/10/2007

Pessoal essa semana bati meu record de vendas na Net. Anunciei 8 produtos de uma vez! Há mais ou menos duas semanas, meu mais novo brinquedo (Xbox e agora Ex-box) inventou de não ligar e depois de ir em alguns lugares e acessar inúmeros fóruns na web, não obtive êxito em ressucitá-lo. Como sei que as pessoas que acessam esse blog adoram brinquedinhos tecnológicos, eis a minha lista de produtos com o link para comprarem via Mercado Livre :

Caso vocês não queiram comprar via ML, podem enviar um email para rodrigo@tropus.com.br ou deixar um comentário nesse blog. Estou aberto a negociações!

Propagada legal é a que dá resultado

por: Saulo - 09/10/2007

Propaganda é um investimento: você tira o dinheiro do bolso para que ele volte, ou seja, espera retorno. Este pode vir rápido, demorar, ser maior, igual ou menor do que o que você pagou pela propaganda. Essas variáveis vão dizer se o investimento que você fez valeu ou não a pena. Embora em alguns casos o retorno esperado no início não seja o financeiro, no final das contas, o que se quer ouvir é sempre o tilintar das moedas.

Como investimeto, a propaganda tem um grande problema: nem sempre é fácil medir o retorno que ela dá. Ora, sem saber quanto você ganhou é impossível saber se valeu a pena ou não tirar o seu dinheiro do bolso. Nesses casos, de investimento, a propaganda passa a ser um jogo, em que você nunca sabe se ganhou ou não.

Diante disso podemos concluir que umas das principais preocupações que devemos ter ao fazer propaganda é estipular uma maneira de medir seu resultado. Claro que isso vai variar de anúncio para anúncio, de cliente para cliente, de meio para meio, de público para público… Mas é bom se preocupar, afinal nada funciona melhor do que bons resultados na hora de renovar um contrato de agenciamento ou veiculação.

Tudo isso parece muito óbvio, mas muita gente se esquece de observar. Leia mais uma vez: se não tem como medir, não faça. Apresentar os resultados de uma campanha publicitária é ainda mais importante do que criá-la. Dar retorno é a verdadeira razão da sua existência. Se isso não acontecer ou pior, se você não tiver como descobrir se aconteceu, ela perde a função.

Hoje todos voltam os olhos para as novas maneiras de anunciar na internet. As palestras falam sobre a propaganda na era da web 2.0. Os anúncios estão em (ou mesmo são) blogs, fotologs e redes de relacionamento. Multiplicam-se os candidatos a viral e os mashups utilizando os serviços da moda. Mas muito pouco se debate sobre o retorno dessas ações. É sempre a mesma coisa a cada novidade: é legal, genial… sem dúvida, mas será que é rentável?

Não sou contra as novas alternativas de propaganda na internet, sou contra o uso injustificável delas, contra os modismos que esquecem de construir uma prática de investimento consciente na rede e prejudicam todo um mercado que apesar de crescer rapidamente, demanda uma base sólida para se desenvolver.

Considere antes de mais nada os resultados que cada esforço pode gerar e não esqueça de medi-los com cuidado e apresentá-los ao seu cliente. Parece chato, mas é legal.

Fazer propaganda na internet (1.0 ou 2.0) tem uma grande vantagem: as tecnologias envolvidas quase sempre permitem que você tenha relatórios como os de exibição, cliques, visitas geradas, visitas convertidas em cadastros, etc. Aproveite isso. Não especule, mostre. Esqueça os percentuais subjetivos e use números reais. Deixe claro desde o início que tipo de resultados são esperados e evite criar falsas expectativas. Já vi muitas campanhas terem seus bons resultados menosprezados por conta de deslumbramentos. Saiba relacionar os resultados da campanha com os ganhos reais da empresa. Quanto vale cada clique? Quanto se ganhou com os novos cadastrados? Quanto se economizou com os atendimentos através do site? Estabeleça parâmetros que façam isso possível.

Cada campanha tem suas particularidades, mas todas são investimentos e como tal devem ser tratadas com seriedade. Chega de frases de efeito e maquiagens que tentam fazer da internet algo que ela não é. Ela tem seus limites, seus prós e seus contras, deve ser utilizada quando necessária e com objetivos específicos e determinados. Acredite, quanto mais realista você é mais surpreso você fica com os resultados que uma campanha coerente na internet pode gerar.

Pensando assim o que vai determinar o sucesso ou o fracasso do investimento do seu cliente em propaganda na rede é a sua competência. Os resultados serão bons para ele, para você e para o mercado.

Aniversário do Netlus - Primeiro Ano

por: Rodrigo Coifman - 08/10/2007

Agradecemos a todos que de forma direta e indireta contribuem para o sucesso do 1º ano do Netlus. Meus agradecimentos inicialmente vão para os criadores além de mim, Saulo Carvalho, Rafael Dourado e Mariana Fontenelle. A idéia surgiu em uma mesa de restaurante em mais um dos almoços da época do Portal Verdes Mares. Sempre acreditamos no potencial dos blogs para uma comunicação direta e menos formal. Com o surgimento da Tropus, colocamos dentro do planejamento a missão de contribuir com o mercado cearense e claro que um blog não podia faltar.

O primeiro post foi ao ar no dia 05 de outubro de 2006 onde Dourado apresentava os autores e os principais objetivos do nosso blog. Já o segundo post foi feito por mim e que mais parecia um post pessoal do que informativo. Depois veio o post da Mariana e do Saulo. Vale a pena lembrar que depois aumentamos o número de colaboradores com a vinda do Chico Neto (já tinha colaborado desde o começo com a marca), Eduardo Novais e do Marcelo Glacial (será que ele já postou alguma vez aqui?).

Alguns números do Netlus

  • Número de Posts: 246
  • Número de Comentários: 994

Bom resumindo é isso! Obrigado a todos que comentam a cada post, pois se não fossem vocês acho que não teríamos chegado a lugar algum.

Terça, a segunda do Alternativa.

por: Chico Neto - 03/10/2007

Elogios. Eles estão em primeiro lugar. O Alternativa Web foi um sucesso. A segunda edição do evento traz mais experiência aos realizadores e a certeza que nas próximas edições ele será ainda melhor. Penso que grande parte do público presente estará disponível para que isto aconteça. Então, Vale o pensamento de marketing: ouvir o consumidor.

O segundo dia de palestras começou com a apresentação de Bruno Ávila. Carioca radicado em Fortaleza, Bruno tem um comportamento diferenciado no mercado. E é famoso por isto. Após deixar o Portal de Notícias do Grupo O Povo, Ávila deu início ao vôo solo na confecção de sites. A estratégia de promover os serviços como produtos e oferecer preços promocionais sempre causou dissabores no mercado weblocal.

Foi, particularmente, ótimo ver o Bruno apresentar e defender sua estratégia, diga-se de passagem bem arquitetada e suscedida, de atuação. Ele segue à risca alguns pequenos conceitos de marketing, de comunicação, de adminsitração e de relacionamento. Por isto se dá bem.

Na palestra, Bruno apresentou, além de sua postura mercadológica, seu histórico pessoal. Sim, o Bruno Ávila gosta muito de promover seu nome. Acho até que em excesso.

Mas o que tomou a maior parte da apresentação foi o projeto Causos Reais de um Webdesigner. São pequenos vídeos, integrados aos cursos Online e DVDs produzidos pelo próprio Bruno. A produção é assumidamente amadora. Portanto há vários comentários críticos como, por exemplo, a atuação do próprio Bruno. Mas há também muitas frases criativas no roteiro e a excelente atuação dos amigos do Bruno, novos talentos das artes cênicas.

Depois veio a palestra do internacionalmente conhecido e luxuoso Michel Lent. Maravilhoso (não entendeu a piada, clique aqui).

A apresentação de Michel foi um inegável e unânime hiato de qualidade para o evento. O designer preencheu a noite de todos com muito mais que termos, cases, técnicas ou mesmo as bem-vindas piadinhas que nós, cearenses, adoramos: ele trouxe conceitos. Um exemplo é a postura do aprenda primeiro as teórias, depois vá à prática. E Lent defendeu isto com perfeição. Disse que se hoje somos os jovens de vinte e poucos anos que dominam como ninguém as novas tecnologias, daqui a cinco anos, haverão outros jovens de vinte e poucos anos que dominarão como ninguém as novas tecnologias. E nós? Teremos 25 anos.

Na segunda palestra da noite, houve também o comentário sobre a libertação do “profissão webdesigner” tão repetido, por exemplo, na apresentação do Bruno. Não podemos imaginar a internet como única e grandiosa mídia. Há várias interfaces no nosso presente e futuro. Os celulares são só um exemplo. E isto justifica tão bem a defesa do saber acadêmico. O conceito, a criatividade e as teorias se adaptam rápido, com inteligência, as novas oportunidades. Mas as ferramentas mudam.

Finalmente, Michel fez uma interessante crítica aos tão falados “virais”. Eu gosto. Lent tem vários exemplos, na 10′Minutos, de ações que usam a internet para multiplicar a promoção de marcas e produtos. Porém, na maioria absoluta dos casos, vemos estratégias que convidam os usuários para ações “sinceras”.É uma oposição, por exemplo, aos vídeos do “iutubiu” e weblogs arquitetados por agências se fazendo passar por público. Você não sabe se aquilo é, ou não é, sincero e autêntico, ou se você está sendo, literalmente, contaminado por mais um “viral”.

Sabe o que está acontecendo? Estamos criando anticorpos para os “virais”.

A palestra de Michel Lent prosseguiu tão bem que todos foram “convidados” a deixar o auditório Sebrae/CE. Ela se extendeu pela noite na churrascaria ao lado. Lá, os quatro palestrantes, os organizadores e a turma cearense continuou discutindo sobre internet, negócios, Chico Tuita (qualquer semelhança com a voz de Michel ou do ator de “Causos Reais de um Webdesigner” é mera coincidência)e cearensidade.

A conversa prosseguiu tão bem que todos foram “convidados” a deixar a churracaria. Diego Eis e Tiago Dória (que ganhou um camiseta Ninguém Merece), persistentes, foram premiados com uma visita ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. A conversa prosseguu tão bem que todos foram “convidados” a deixar o Dragão do Mar.

Meu Alternativa Web acabou por aqui. Mas, segundo Saulo (aquele viadinho infantoblogcida que, junto com um programador e um designer, criou o Netlus) a noite continuou…

Alternativa Web, primeiramente.

por: Chico Neto - 02/10/2007

Público menor e coquetel menos expressivo foram notáveis em relação ao primeiro evento realizado pela Exista. Também chamou a atenção a melhoria significativa em todo material de divulgação do encontro, além das belas assistentes de produção e da bela pasta com verniz uv total, impressão no verso e faca de corte especial da Agência Exista.

Tabeless e Microformats foram os temas abordados nas duas primeiras palestras do Alternativa Web. Mas antes, o assunto foi o Twitter, que promete ser a próxima grande mania da internet.

Diego Eis, da Visie, apresentou as vantagens do uso do Tabeless e dos padrões W3C no desenvolvimento de websites. O palestrante defendeu que o uso das folhas de estilo (CSS) e dos “padrões web” de acessibilidade tornam o trabalho de toda cadeia produtiva de produtoras web, do diretor da empresa ao designer de interfaces, mais célere. E excedente de tempo é excedente de dinheiro.

Diego aproveitou o microfone para brincar com o público, falando mal de tabelas, do dreamweaver, do fireworks, do internet explorer e declarar seu amor ao firefox e seus widgets. A grande mensagem do palestrante, sem dúvida, foi que não conhecer semântica da linguagem de códigos-fonte mostram um analfabetismo do profissional com a linguagem de produção web. Por isto, o Eis condena os softwares WYSIWYG (What You See Is What You Get).

Para falar sobre acessibilidade e desenvolvimento de sites, Eis usava recorrentemente a deficiência visual de usuários, o acesso à internet através do celular e a própria mãe como exemplos. Nos bastidores, a piada afrodescendente (porque “piada negra” é politicamente incorreto) foi que, talvez, a mãe do palestrante fosse cega e viciada em aparelhos celulares. Maldade.

Já a palestra de Tiago Dória sobre Microformatos foi rápida. Em pouco mais de meia hora o convidado apresentou bem o conceito de microformatos. Dória falou sobre as oportunidades de interações entre websites proporcionados pela inscrição de linhas de código coplementares (microformats) nos códigos dos sites.

Porém, ao ser questionado sobre a funcionalidade, hoje, dos microformatos, Tiago foi sincero. O palestrante disse que, atualmente, as funcionalidades são limitadas, principalmente, pela incapacidade dos atuais navegadores em reconhecer tal tecnologia. A compreensão dos microformatos estará presente, apenas, na próxima versão do Firefox (que hoje já pode acessar microformats, a partir da instalação de adds específicos). A resposta causou frustração no público e desinteresse pelo tema, causando o final precoce da segunda palestra.

Mas é bom reportar que os microformatos serão, possivelmente, uma das tecnologias responsáveis pela futura organização e integração de conteúdos e ferramentas de interação dinâmica das novas mídias. Por isso, geek ou não, quem sair na frente pode de dar muito bem. Se Dória previu o acesso e uso global aos Microformatos para os próximos cinco anos, vale lembrar que na internet, as coisas caminham mais depressa que pensamos.

Final de primeiro dia de Alternativa, os amigos sairam para um after hours com os convidados. E eu fui pra casa, porque alguém aqui tem que trabalhar. Só não sei o porquê de ser sempre eu. Tudo eu.

Aternativa Web 2007 é hoje

por: Chico Neto - 01/10/2007

Alternativa Web 2007

Hoje e amanhã, Fortaleza será palco de discussões sobre a web 2.0. É o Alternativa Web 2007. O evento, organizado pela Agência Exista, discutirá os rumos e as novas tendências da internet. O encontro promete superar o sucesso do Alternativa 2007. Ótimo. E isto justifica você aparecer lá no Auditório do Sebrae/CE, a partir das 18h30 e fazer sua inscrição. O valor é de R$ 60,00 - bem inferior aos valores cobrados em outros estados.

Hoje tem Diego Eis, do site Tabeless.com.br (Padrões Web) e o blogueiro Tiago Dória, (Microformats). E amanhã é dia de Bruno Ávila, da Ávila Comunicação (Causos reais de um webdesigner) e Michel Lent, da 10´Minutos (A Web 2.0 e as novas fronteiras do mercado e da profissão).

No intervalo entre um trabalho e outro, te vejo lá. Ufa!