Archive for the 'Dicas' Category

“www.” já deu o que tinha que dar

por: Rafael Dourado - 22/11/2007

Lembro como se fosse hoje do começo da internet. Todo mundo se perguntando: o que diabos é esse WWW? O World Wide Web era o principal conceito para explicar o que era essa coisa que estava aparecendo em nossas vidas. A teia representava a navegação hyperlink, onde um assunto leva à outro, que leva à outro… E assim se tecia a cultura global e se formava a rede mundial. Poético!

Para reforçar esse conceito e garantir a identificação com o novo meio, o começo de todos os endereços da web continham a abreviação “WWW“. E quando nossas mães perguntavam a diferença entre internet e e-mail, dizíamos que e-mail tem arroba e sites têm www. E sempre que se quisesse acessar algum site era preciso digitar a letra w repetida 3 vezes.

— Mas toda vida? Por quê?
— Sei lá!

Realmente, nada justifica que isso seja escrito sempre. É tão chato que eu já vejo muita gente que prefere digitar o nome do site na busca do Google e clicar no resultado. Mas quando o nome da empresa usava palavras comuns ou desenvolvedor simplesmente esquece de colocar o nome da empresa no <title> (sim, o title É MUITO IMPORTANTE) essa busca não vai funcionar.

Por praticidade, começamos a cortar o excesso. Tiramos as vogais de “você”, transformas expressões em dois pontos e parênteses, sai http:// e fica só o endereço, e depois de tanto digitar www., já dá uma coceira no dedo para deixar de usá-lo também. Mas como desenvolvedor, é preciso fazer um pequeno esforço para permitir isso.

Se seu site for hospedado em servidor Apache, crie ou edite o arquivo .htaccess e inclua as seguintes linhas (se você usa Wordpress, já deve ter percebido que ele faz isso automaticamente):

RewriteEngine On
RewriteCond %{HTTP_HOST} ^www\.domain\.com$ [NC]
RewriteRule ^(.*)$ http://domain.com/$1 [R=301,L]

Pronto. Com isso, não importa se eu digito “http://www.netlus.com.br”, “www.netlus.com.br” ou “netlus.com.br”. Chegar ao seu site vai ser mais natural. Mais informações em No-WWW.

Estou vendendo muita coisa

por: Rodrigo Coifman - 11/10/2007

Pessoal essa semana bati meu record de vendas na Net. Anunciei 8 produtos de uma vez! Há mais ou menos duas semanas, meu mais novo brinquedo (Xbox e agora Ex-box) inventou de não ligar e depois de ir em alguns lugares e acessar inúmeros fóruns na web, não obtive êxito em ressucitá-lo. Como sei que as pessoas que acessam esse blog adoram brinquedinhos tecnológicos, eis a minha lista de produtos com o link para comprarem via Mercado Livre :

Caso vocês não queiram comprar via ML, podem enviar um email para rodrigo@tropus.com.br ou deixar um comentário nesse blog. Estou aberto a negociações!

Explique que designer não é webdesigner.

por: Chico Neto - 31/08/2007

Existe um livro que eu gostaria de conhecer. Você pode ajudar-me, indicando-o. Juro que faço um extenso texto, aqui no Netlus, sobre a publicação, caso ela exista de verdade. Sim. Este é um post em forma de apelo.

Estou aqui para falar que designer não é webdesigner. Nem o contrário. Mas disto eu já sabia. Possivelmente, você também. Acredito que sim.

Rafael já vem publicando alguns textos sobre as peculiaridades que fazem o dicurso visual para a internet ser diferente daquele pensado para o meio impresso. Sem falar nas nossas conversas sobre este assunto. Aliás, segundo o instituto datafoda-se, este é o assunto favorito do Dourado.

Só que eu tô afim mesmo de conhecer e ajudar a construir uma publicação que compilasse informações como “como conhecer um designer se passando por webdesigner”, “não me peça um folder para internet”, além - é claro - de um discurso realmente inteligente da relação dos conceitos do design com a linguagem de folhas de estilo. Ou seja, falar de tipografia, suportes, cores e os outros conceitos de design, acrescentando aí o conceito de usabilidade, numa linguagem que tornasse possível aos designer entender melhor webdesigners.

É uma pensamento que, pessoalmente, faz todo sentido. Que, na verdade, pra mim vai virar doutrina obrigatória e cotidiana em breve. É o que justifica, por exemplo, o Adobe InDesign compreender a liguagem CSS. Conceitos que eu pude ver, rapidamente, discutidos em alguns textos e livros como o “Pensar com Tipos”.

Porém, não achei um site ou livro com este foco. Com a missão de levar isto até as últimas consequências (como diriam alguns retóricos do apocalipse). Então, repito o apelo (ou desafio, para alguns). Tô aqui para solicitar sugestões de publicações impressas e digitais feitas para aqueles designers do meio impresso que querem compreender melhor o universo online da produção visual.

SOS.

Mapa do Site no Fireworks

por: Rodrigo Coifman - 21/08/2007

Sempre tive curiosidade de aprender como fazer mapas de site no Fireworks. Apesar de alguns não gostarem tanto, achava-o muito bom para construção de wireframes por já ter bibliotecas próprias com os principais elementos HTML, mas sempre buscava outras ferramentas na hora da construção de diagramas como o de Garret. Essa dificuldade foi superada ao perceber que o Fireworks CS3 permite a importação de EPS para a suas bibliotecas.

Eis o passo-a-passo para você resolver esse problema de vez:

  1. Faça o download das imagens que compõem o diagrama em formato vetorial.
  2. Abra estas imagens no Fireworks. (Imagem 1)
  3. Selecione cada imagem e depois pressione a tecla F8 para converter essa imagem em símbolo. (Imagem 2)
  4. Selecione as duas opções abaixo da caixa para importar para a biblioteca e para não permitir a distorção da imagem. (Imagem 3)
  5. Após isso perceba que aparecerá a opção de salvar esse arquivo, apenas salve. (Imagem 4)
  6. Após a criação do elemento da biblioteca, observe q ele é criado na pasta Common Symbols dentro do painel Common Library. Você pode criar pastas personalizadas e arrastar o elemento para a pasta que você quiser. (Imagem 5)

Obs: O Glacial me ajudou bastante nesse processo.

HD virtal brasileiro (grátis)

por: Rafael Dourado - 13/08/2007

Estava eu chafurdando na internet procurando um hd virtual que aceite mais de 10 megas e encontrei uma solução brasuca: MandaFácil.

É só selecionar o arquivo e enviar, sequer um cadastro é obrigatório. Após o upload um e-mail é enviado para o destinatário e ele ficará disponível por 30 dias. Sim, existe um limite de tempo mesmo para quem se cadastra. É uma solução para trocar arquivos com aquele cliente que nunca irá entender como utilizar um FTP por mais que você explique.

Para guardar arquivos mesmo eu gosto do Box.net, mas só porque tenho uma conta grátis desde o começo, pois atualmente é pago e com um preço diferente por mês (eles nunca se decidem). Já foi 10 dólares por ano, 5 dólares, já voltou a ser grátis e agora está em 25 dólares por ano.

Quem sabe o MandaFácil evolui…