Archive for the 'Comportamento' Category

Estudante paga meia?

por: Mariana Fontenelle - 18/03/2008

Eu me divirto com os argumentos que recebo quase que diariamente como tentativa de conseguir algum desconto no desenvolvimento dos sites. Desde a famosa permuta até a tentativa de menosprezar o trabalho para que ele saia mais barato: “É só um sitezinho, bem simplezinho…”. Já vi de tudo. Ou quase tudo.

A última foi a mais criativa, na minha opinião. Um cliente queria fazer um site para seu filho (que deve ter a minha idade, por sinal) e argumentou: “mas ele é uma criança! Não se pode cobrar de uma criança o preço que você cobra pra um adulto!!!”

Só faltou perguntar se eu aceitava carteira de estudante! hehehehe

Ai ai, esse povo é muito criativo!

Geek Brother Brasil

por: Chico Neto - 16/02/2008

Em todo blogger, twitter, vídeo do you tube, álbum de fotos do Flickr, Fotolog e Orkut não se vê outro assunto, além do Big Bhother. Estou falando do Campus Party Brasil. As referências relativas ao evento são tantas que, para quem está de fora da “casa”, a coisa às vezes parece tão chata quanto o BBB.

Pura inveja, confesso. Queria estar lá dentro. Viver confinado de idéias que nunca passaram pela minha mente, além da oportunidade de conhecer novas pessoas e até viver romances passageiros. Tudo isto visto por milhões de pessoas seja por chat, vídeo, celular ou, claro, pela televisão.

Se Big Brother é na Globo, Campus Party - óbvio - é na Cultura. Quem não viu, assisti o Radar Cultura, apresentando pela Sabrina e Rodrigo (não é a Sato e o Scarpa, por favor) no canal público mais famoso do país. Tem direito até a mensagens deixadas pelos participantes que lembram um confessionário. Alou Brasil, um beijo mãe, aqui tá sendo ótimo, não quero ir embora, saudades.

E eu vou deixando meu post por aqui, porque quero continuar dando uma espiadinha. Porque, sabe como é… vicia.

Walkman ou IPod?

por: Chico Neto - 13/02/2008

GameBoy vira armadura de IPod

Que tal um jeito over de não sair por aí exibindo seu IPod, inclusive para os meliantes? O genial Sirljohns manda algumas sugestões. Você pode transformar o famoso player da Apple em Walkman, ou GameBoy. Aproveite que o estilo retrô oitentista e noventista está no auge. Confira o flickr do Sirljohns e siga o passo-a-passo. Isto sim é Geekfashion!

Uma conversa capaz de mudar uma história

por: Chico Neto - 02/02/2008

Você já deve ter ouvido, lido, ou contado alguma história capaz de deixar qualquer pessoa em silêncio reflexivo. Em Fortaleza, recentemente, aconteceu um caso desses. Episódio que, ao ouvirmos ou lermos, nos deixa num silêncio só interrompido pela obrigação espontânea em multiplicar o fato. Conheçam a história do Sílvio, contada pelo escritor Pedro Salgueiro, no jornal O Povo de 28 de janeiro de 2008.

Para que serve um jornal?

por: Rafael Dourado - 13/01/2008

É comum escutar de professores ou de “informais” formadores de opinião que ler jornal é obrigatório. Algumas empresas até usam isso como elemento seletivo de seus candidatos a funcionários e os perguntam sobre notícias da capa dos principais jornais da cidade como algo a definir a sua disposição a se manter informado. Em todo semáforo há alguém os vendendo e até nas bancas de revista eles têm local de destaque.

Ok, ok. É inegável a importância que o jornal ainda detêm. Mas, afinal, para que ele serve? Dentre as possíveis respostas: para se manter informado sobre o que acontece no mundo e para se ter opinião formada sobre as coisas. Contudo, o jornal ainda cumpre esse papel?

Começando com o que é só uma implicância minha: o suporte é péssimo. O papel é sujo, freqüentes problemas de retícula, é necessário uma certa habilidade para manuseá-lo e vem com tanta propaganda que não dá para pegar um jornal sem derrubar várias delas no chão (só pode ser proposital). Mas tem quem goste e assumo que é chatisse minha.

Mas transpostas as barreiras características da mídia e alcançando o conteúdo, este já perde para outras mídias em tudo o que já foi o melhor em outros momentos. O furo jornalístico, por exemplo, não é mais algo que o jornal consiga fazer. Hoje, quem fura alguma coisa é a internet, pela própria agilidade da mídia. É até comum, por exemplo, o jornal do dia trazer uma notícia errada, pois a questão foi resolvida horas depois das cópias serem rodadas.

Esse desespero para mandar o jornal às ruas cada vez mais cedo também influencia na qualidade dos textos. É tanto erro de português e tanta manchete absurda que tem até quem as compile só para rir depois. Só para constar: na porta da sala da equipe de revisão do Diário do Nordeste tem revisão escrito sem acento.

E por mais que se ignore esses erros, não se lê a opinião de ninguém. Os jornalistas há muito tempo não têm liberdade alguma nos jornais e são obrigados a falar o que a empresa quer e como quer. Alguns até tentam ingenuamente esconder fatos que se tornam de conhecimento público por outros meios, como se ainda pudessem controlar a informação. Alguns blogs até se especializam em denúncias que os jornais nunca mostram.

Com dificuldade de manuseio, textos mal escritos, nenhum compromisso com a verdade e “rabo preso”, os jornais perdem leitores a cada ano. E para recuperá-los, eles tentam adaptar características de outras mídias como a revista. Reduzem o tamanho do papel, alteram a linguagem, identidade visual, abusam de infográficos, criam cadernos de fofoca… Mas se é para ter o que já termos em outros meios, para quê ler jornal?

Bluehost e muita dor de cabeça!

por: Rodrigo Coifman - 11/01/2008

Ontem diversas ligações “pipocaram” em meu celular, informando instabilidade lá no bluehost (host onde hospedamos a maioria dos projetos web). Diversos problemas como indexação de DNS, cadastro de domínio opcional e até mesmo tradução de linguagem do wordpress foram alguns dos problemas detectados inicialmente.

Isso não me assustou, tendo em vista que qualquer estrutura tecnológica pode apresentar erros. Porém o que foi mais intrigante é que abri mais de seis chamados no helpdesk e não houve sequer uma resposta por parte do provedor. Além disso tentei uma segunda forma de comunicação, o chat, o qual tinha sido útil na maioria das vezes. Não obtendo resposta, tive que entrar em contato com um amigo que mora nos Estados Unidos que entrou em contato via telefone para obter uma informação mais específica do problema. Ele passou uma hora ao telefone e como resposta, o provedor informou que o problema foi em uma atualização do apache (servidor web) e que iriam resolver o mais rápido possível.

Em resumo quase 24h de muita dor de cabeça! Agora a pergunta que não quer calar: Você conhece algum outro provedor que ofereça um plano de 600 gb de espaço em disco, 6 tera de transferência, 2500 contas pop, suporte a tecnologias como Ruby e PHP, Cpanel (painel de controle) e um preço irresistível?

Azar demais para um único dia!

por: Rodrigo Coifman - 08/01/2008

Nem Sempre É bom Utilizar o Celular

por: Rodrigo Coifman - 18/12/2007

Dica do Glacial do Teoria Glacial!

Eu Twitto, Tu Twittas, Ele Twitta

por: Rafael Dourado - 29/11/2007

Já há alguns meses, venho mantendo meu vício em Twitter. Para você que não é suficientemente geek, Twitter é um serviço de microblogging. Nada de artigos gigantes nem muito tempo para elaborar seus textos. Você tem apenas 140 caracteres para passar a informação que deseja e deverá fazê-lo várias vezes ao dia.

“Que coisa mais nerd”. E é! Mas, acredite, esse troço vicia. Tanto que quando o Google foi às compras aproveitou para adquirir a finlandesa Jaiku – que junto com o Pownce e Folkstr formam os principais concorrentes do Twitter. Com isso, é bem possível que Larry Page e seu toque de Midas popularize de vez o microblogging no próximo ano.

Nesses meses twittando, percebi algumas coisas muito bacanas, e que estão sustentando meu mais novo vício.

Quebrando o gelo. Mas que gelo?

Twittar em pouco tempo se torna algo tão natural e pouco intrusivo, que por mais que você nunca tenha tido nenhum contado com quem você segue, não é preciso uma introdução nem um cuidado exagerado ao falar diretamente com ele. É como se não fosse necessário quebrar o gelo. Você vê alguém falando sobre algo que o interessa, entra na conversa e a discussão está criada.

Não é que aquele blogueiro é gente fina!

Como disse o Fábio Seixas no Braincast 10: “Twitter é o backstage da blogosfera”. Você conhece o processo de criação de um publicitário, as dificuldades de um desenvolvedor web, a elaboração de um artigo jornalístico… Tudo isso com tom de imediatismo. Logo, você descobre que o Bruno Torres (@brunotorres) é tão rabugento quanto eu, que o Diego Eis (@diegoeis) comprou um Xbox360, que o Glacial (@glacial) também quer um Xbox360, que o filho do Gil (@knuttz) anda brigando na escola, que o Luli (@radfahrer) compra todos os meus sonhos de consumo, que o Cris Dias (@crisdias) e o Inagaki (@inagaki) são engraçados de fato, que o Edney (@interney) odeia rótulos, que o Muniz (@rodrigomuniz) tá trabalhando demais e que a Thahy (@thahy) é a simpatia em pessoa.

RSS? Pra quê?

Tenho certeza que meu Netvibes está com ciúmes do Twitter. Desde que entrei pra essa vida tenho visitado-o menos. Antes, era sagrado eu ler cerca de 100 feeds todo santo dia. Agora o faço cerca de 3 ou 4 vezes por semana. Afinal, quem eu acompanho hoje por Twitter já o fazia via RSS. E esses twitteiros sempre informam quando publicam algo novo em seus blogs. Só não entendo porque eles sempre falam “new blog post” em vez de “novo post”.

Nós Twittamos, Vós Twittais, Eles Twittam

Se quiser participar, basta criar sua conta no site e sair adicionando todo mundo que quiser. Como eu, por exemplo. :) Também há um hanking dos twitters brasileiros.

Para acompanhar as atualizações, você pode adicionar a conta twitter@twitter.com no seu Google Talk ou instalar a extensão TwitterFox no seu Firefox. Dessas duas formas é possível tanto postar quanto ler novas postagens sem ter que visitar sua conta no site. Caso use o Netvibes, ele também tem um módulo para Twitter.

Ah! E se você prefere esperar o Google lançar a versão dele do Jaiku, transmito o “alerta” feito pelo Rodrigo Muniz:

Twittar tudo bem, mas quero ver é alguém dizer que já jaikuzou hoje.

Pessoas Geneticamente Analógicas

por: Mariana Fontenelle - 12/11/2007

Em um dia corrido como todos ultimamente, precisei imprimir uns cartões de visita. Como estava sem tempo para ir à gráfica de costume, resolvi ver no site deles se dava para mandar o arquivo pelo site para me poupar a viagem. Passei uns 5 minutos procurando o site da Graphix no Google. Tentei de todo jeito e nada. Até que achei uma sacolinha da última vez que estive por lá que tinha o endereço do site.

De cara resolvi mandar um e-mail informando que o site não era encontrado pelo Google e que aparecia quebrado no Firefox. E para minha agradável surpresa, o gerente de marketing me respondeu prontamente para informar que esses problemas já estavam sendo corrigidos. Jóia! Eles até que se esforçam.

Mas cadê que eu consegui enviar o tal arquivo pelo site? Nada feito. Tinha que ser cadastrado. Ok, onde eu me cadastro? Na loja! Ave Maria, mas a ideia não era evitar a viagem até a loja?

Ok, fui à bendita loja no dia seguinte, já que realmente precisava imprimir os cartões. Perguntei à recepcionista como me cadastrar para poder enviar os arquivos pelo site da próxima vez. Eis que ela me entrega um contrato anexado a um formulário de 2 páginas que eu deveria entregar preenchido junto com as cópias do contrato social da empresa, do CNPJ e do comprovante de endereço.

Pra que tudo isso??? E por que não me avisaram isso logo no site, meu Deus???

Até parece que eu vou voltar para deixar essa papelada toda e só assim deixar de perder meu tempo indo até lá. Nã! Tem gente que ainda não entendeu que a internet serve pra facilitar e não dificultar a vida dos outros.