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Desenvolvimento de uma Web Produtível

por: Rodrigo Coifman - 30/03/2007

A tecnologia se torna válida quando agrega e torna o processo o mais simples possível. A simplicidade ainda hoje faz diferença em um mercado agressivo, onde os prazos são quase sempre estourados. Quando criamos a Tropus, sabíamos que a tecnologia seria um ponto fundamental para oferecer resultados aos clientes. Porém, sabíamos também que a nossa capacidade produtiva era baixa (contávamos inicialmente com dois profissionais na área de produção direta) e precisávamos rentabilizar o nosso negócio.

Relembrando o Princípio de Pareto procuramos em nossos projetos priorizar as ações para colher os bons resultados. Encaramos a tecnologia como meio de chegar ao resultado e nunca como solução direta do problema. Isso não quer dizer que estamos desenvolvendo “qualquer coisa”, porém, ganhamos tempo pensando e planejando. Planejamento, personalização e estratégia são palavras infelizmente raras no mercado local. Não me assusto quando vejo o modelo ineficiente de alguns sites que apelam para o “Quem Somos”, “Fale Conosco” e “penso como um programador ao criar um Site” (brincadeira, isso foi caco meu!).

Existem milhões de ferramentas semelhantes ao Wordpress. Integráveis e com seus códigos abertos e bem documentados. Isso não quer dizer que estou apenas tentando ser produtivo e eficiente, mas me dedico a estudar cada uma delas para conhecer e adquirir uma inteligência no desenvolvimento. É a diferença entre saber como e onde usar.

Para quem quer conhecer ainda mais sobre Gerenciadores de Conteúdo, recomendo o Opensourcecms e a comparação entre os sistemas no CMSmatrix.

E agora José?

por: Saulo - 21/03/2007

Acho que precisaremos de mais alguns Alternativas para acender o estopim da mudança no nosso mercado. Longe de mim criticar o evento. Achei a iniciativa sensacional e os mais chegados aqui do Netlus podem até fazer prova dos meus esforços individuais pela sua realização. Acontece que por questões práticas a discussão que ele tem gerado não chegará aos ouvidos de quem faz a roda girar com a força necessária.

Não chega a ser um erro. Por instinto de sobrevivência, o maior número de ações de divulgação foi feito dentro das universidades, onde está o maior volume do público interessado. Fácil raciocínio: quanto mais inscrições feitas mais dinheiro para pagar as contas, com as contas pagas o evento se torna viável. Nada de errado. O problema é que com isso o mercado profissional é pouco impactado com a mensagem e a discussão, que merece espaço e dedicação, acaba não tendo a força necessária para gerar mudanças a curto prazo.

Desculpem o meu imediatismo, também concordo que é indispensável e tanto mais importante preparar a nova geração de profissionais (que inclusive já estão sendo naturalmente preparados) e que uma mudança cultural leva algum tempo para acontecer. Falo com a impaciência de quem bate de porta em porta em agências de publicidade e clientes há mais de 2 anos e sempre escuta que “a internet é a mídia do futuro”. A internet tem sim muito futuro, mas esse reserva um triste fim para quem tem ignorado o seu passado e insiste em não levar a sério o seu presente.

Falando nisso… também senti falta da presença dos colegas do mercado de internet. Tirando o Celso Portioli cearense (que na minha opinião tá parado a muito tempo) e o pessoal da Tropus, não lembro de ter visto ninguém de web. O risco para esses é ainda maior. Tomara que seja exagero meu e que eles estejam discutindo isso tudo em alguma mesa de reunião ou de bar por aí, mas me preocupa continuar vendo os mesmos sites, as mesmas soluções, os mesmos erros e o pior, as mesmas justificativas para tudo isso.

“A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?…”

Designers? Para quê?

por: Rafael Dourado - 24/02/2007

Recentemente a CEDAE (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) realizou um concurso para “modernizar” a marca da empresa, originalmente criada na década de 60. Detalhe: o concurso foi feito entre os funcionários da empresa que, a julgar pelo resultado, não contratou nenhum designer.

O Chico Neto me indicou este artigo escrito por Mauro Pinheiro, doutor em Design pela PUC-RIO. O artigo, em clima de desabafo, é quase um manifesto em favor da profissão (um hiperlink de cabeceira, como disse o Chico). Recomendo a leitura imediata.

Bom, esse assunto sobre a importância e necessidade do designer vez por outra volta à tona. Mas eu pergunto: a culpa das pessoas terem essa idéia distorcida sobre a profissão é de quem se não do próprio designer?

O Rafael Alves (que se diz um ex-designer) uma vez me disse - citando um livro que esqueci qualcitando Ana Luisa Escorel - que se você está doente e vai ao médico, ele geralmente irá explicá-lo exatamente o porquê da sua doença, o porquê do tratamento e você provavelmente irá acreditar e confiar nele. Por que o designer não faz o mesmo? O cliente não tem obrigação de saber nada de design, nem mesmo a obrigação de respeitá-lo. Porém, se você está ali conversando com ele é óbvio que ele está sentindo a necessidade do seu trabalho, e é obrigação sua fazer o seu melhor. E, para isso acontecer, a aprovação do cliente é a última barreira.

Explique a ele o que é equilibrio visual, rítmo de leitura, harmonia de cores, até o que é proporção áurea se possível. Mas seja didático, e não verborrágico jogando em cima dele todo o seu conhecimento técnico/filosófico/científico sobre o assunto. O design tem a vantagem de ser muitas vezes prático e objetivo. Um texto ruim de ler é facilmente identificado quando comparado com um fácil de ler, uma foto mal tirada é um conceito quase universal, problemas de aplicação são fatos inquestionáveis e desalinhamentos incomodam qualquer um.

Não culpe o mal gosto alheio pela não aprovação do seu trabalho.

Windows a Vista

por: Rodrigo Coifman - 26/12/2006

Observando este vídeo consigo ter uma breve noção do que vem por aí. Até agora realmente me leva a crer que o MacOS sempre pensa na frente. Depois dos inúmeros adiamentos (eles prometeram por último para janeiro de 2007) devido as falhas de segurança, o novo sistema operacional da Microsoft promete inúmeras funcionalidades como: uma nova interface gráfica do usuário, funções de busca aprimoradas, novas ferramentas de criação multimídia como o Windows DVD Maker e completamente re-planejadas redes de comunicação, áudio, impressão e subsistema de exibição. O Vista também tem como alvo aumentar o nível de comunicação entre máquinas em uma rede doméstica usando a tecnologia peer-to-peer, facilitando o compartilhamento de arquivos e mídia digital entre computadores e dispositivos. Para os desenvolvedores, o Vista introduz a versão 3.0 do .NET Framework, o qual tem como alvo fazer significantemente mais fácil para desenvolvedores escrever aplicativos de alta qualidade do que com o tradicional Windows API.

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Análise do jogo Dark Messiah

por: Rafael Dourado - 22/12/2006

Capa do jogo Dark MessiahEssa é para quem gosta de jogos eletrônicos. Eu costumo fazer análises de alguns jogos para o Portal Verdes Mares. O último que fiz foi Dark Messiah of Might and Magic. Confira o artigo.

O próximo será do jogo Splinter Cell Double Agent.