A Era do Videogame

por Rafael Dourado - 09/05/2007

A Era do Videogame

Sensacional essa aula online do programa A Era do Videogame do Discovery Channel sobre o desenvolvimento da indústria de videogames.

Se você for da comunicação, perceba a abordagem impecável.
Se for designer, delicie-se com a evolução dos gráficos.
Se for designer de interação, confira as experiências de interface que deram muito certo.
Se for empresário, saiba que desde 2003 a indústria de videogames movimenta mais dinheiro que a de Hollywood.
Se for mídia, existe momento melhor de seduzir seu público?
Se educador, veja como juntar tudo isso em uma única aula.

Apesar de trabalhar com design, sempre tive um gostinho por ensino à distância. E como atualmente trabalho com isso na UNIFOR, impossível não salvar essa aula no del.icio.us e divulgá-la.

4 comentários para “A Era do Videogame”

  1. Adriano Macêdo Says:

    Levantando uma discussão, é interessante observar que os programadores da área riem (e muito!) quando dizem que eles não tem que se preocupar com o “peso” do jogo ou se o jogador terá HD e micro suficiente para tanto. E ponto! Lembro quando rodei o DOOM 1 em um 486 DX2-66Mhz que era o super-servidor da época porque o jogo só rodava bem nele. E continuam fazendo jogos assim. Nada mudou nesse mercado. O usuário final que trate de comprar novos processadores, espetar mais memórias RAM, adquirir placas de vídeos ultra-potentes e atualizar sistemas operacionais se quiser jogar os últimos lançamentos. Por que ninguém vê o usuário dos jogos como se vê os usuários de Internet?

  2. Rafael Dourado Says:

    Por que no mercado onde os jogos são vendidos de fato, computador bom não é um problema. Se o problema é no Brasil eles estão pouco se lixando, já que aqui todo mundo pirateia jogos.
    Mas, pensando bem… também não tem quem diga que agora que “todo mundo” (60%) tem banda larga os sites podem ser pesados?
    No caso dos jogos também acho que isso seja de propósito para movimentar a indústria de hardware. Se todos os programas e jogos que quero rodassem em um Pentium 3, vou mudar de computador para quê?

  3. Adriano Macêdo Says:

    Na verdade, as vendas de jogos aumentaram e muuto no Brasil, Rafael. Isso foi devido ao apelo dos jogos multiplayer onde é cada vez mais difícil jogá-los sem um chave de ativação on-line realmente válida, motivando o usuário a comprar o produto final e ter uma boa conexão, até porque é melhor jogar contra (ou a favor) de outras pessoas mundo afora do que apenas finalizar as missões tradicionais. Quanto aos sites, se a WEB se comportasse com seus usuários tal qual como os jogos, é um sonho distante, infelizmente, mas seria bom querer criar sem se preocupar com o “peso”, com o W3C enchendo o saco e nem com novos recursos. Seriam todos bem-vindos! Apenas usar a imaginação, criar e nada mais.

  4. Rafael Dourado Says:

    Aumentaram sim, de fato. Mas já estão surgindo servidores piratas para jogos multiplayer. Se isso se espalha lá vai as vendas reduzirem denovo.

    Acho realmente foda tanta pirataria. É difícil ter investimento em um mercado que poucos compram. Mas pagar 100 reais em um jogo também considero absurdo. Os jogos multiplayer pelo menos são 30 reais mais uma mensalidade que geralmente é baixa. A idéia é muito boa e está sendo encarada como tendência e até “solução”. Eu não gosto muito de jogar multiplayer, pois geralmente é muito lento e outros que jogam são muito psicopatas. Jogo Worms multiplayer. hehehe

    Quanto à história de criar sem se preocupar com mais nada é utópico demais em qualquer área que seja, não acha?

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