Archive for October, 2007

links for 2007-10-31

por: Rodrigo Coifman - 31/10/2007

Reggae afeta senso geográfico

por: Rafael Dourado - 29/10/2007

Fortaleza no Rio Grande do Norte?

Galera do Natiruts depois de vir para o CEARÁ fazer um show no CEARÁ Music, marca mais um show para novembro na capital CEARENSE. Só não perceberam que Fortaleza não fica no Rio Grande do Norte.

Além do erro geográfico ainda vão fazer um show em plena vaquejada no Clube do Vaqueiro. Tenho a sensação de que vou ver o vocalista Alexandre dançando e cantando forró e agradecendo ao paraense Chimbinha (é tudo “norte”).

Corrigir falhas do IE ficou (um pouco) mais simples

por: Rafael Dourado - 28/10/2007

Saiu versão nova do XRAY e a principal mudança é que agora ele também funciona com o IE6. Para quem não o conhece, leia este artigo que escrevi sobre ele quando foi lançado.

O problema é que quem usa o MultipleIE não vai conseguir usá-lo no IE6. Pelo menos aqui em casa deu erro. Quem usa a solução que eu propus aqui deve conseguir usá-lo sem problemas. Mas também não vai conseguir usar scripts como o PNG Fix. Enfim, quem falou que a vida é fácil, zero-meia?

10 Convites para o IKWA

por: Rafael Dourado - 25/10/2007

Mais um serviço Web2 brazuca surgindo. O IKWA vem para ajudar jovens a responder a pergunta: o que diabos vou fazer da minha vida?

O serviço tem um banco de dados com informações de inúmeras profissões como onde estudar, áreas de atuação, cursos relacionados e vídeos com profissionais explicando o dia-a-dia de trabalho. E para quem já for profissional ou empresário, pode entrar na comunidade para selecionar novos funcionários ou colaborar com informações sobre sua profissão.

Eu achei a idéia muito bacana e o site, apesar da marca e títulos em flash (pra quê?), é muito bem produzido. Ganhei 10 convites, logo, os 10 primeiros que escreverem um post em seus blogs com link para o Netlus ganham. Quem não tiver blog, pode só comentar abaixo que tá valendo. Não esqueça de preencher o e-mail corretamente.

MQP* é essa?

por: Rafael Dourado - 22/10/2007

Jornal Laptop

* Movimento MQP por um WTF em Português. [Nipofilia]

Eu que sou muito mala ou essa foto é de fato totalmente tosca?

Como diria meu amigo Norton, não sei o que é pior, o notebook/jornal ou a jangada com vela de couro.

A volta do escambo

por: Mariana Fontenelle - 20/10/2007

Minha experiência de pouco mais de um ano no atendimento comercial da Tropus tem rendido algumas saias justas e algumas histórias engraçadas.

Recentemente, ao negociar o desenvolvimento de um projeto com um novo cliente, fui surpreendida com uma proposta meio estranha. Tratava-ve de uma loja de roupas e o cliente queria pagar em mercadorias. Desde quando camiseta substitui o bom e velho “dim dim”?

Isso me lembrou um outro episódio de dois clientes que tive quando trabalhava em outra empresa. Um deles que teimava em querer pagar com pizza (era uma pizzaria, claro) e outro em sushi. Até que ponto dá pra negociar quando a moeda de troca não é o dinheiro?

Em alguns casos, principalmente quando se trata de prestação de serviço, dá pra tentar oferecer um em troca de outro quando a permulta é válida para ambas as partes. Mas eu fico me perguntando: em quantos anos o cara da pizza terminaria de me pagar se eu topasse?

E meus funcionários aceitariam receber o salário em camisetas?

Tenho percebido que as pessoas tentam de tudo para conseguir um descontinho a mais, desde tentativas em sonegação de impostos (muitos tentam negociar um desconto na dispensa da nota fiscal) até redução de funcionalidades do projeto. Esse último, quase ninguém quer! Não quero discutir aqui o que é certo ou errado, se a carga tributária no Brasil é justa ou não… Não é essa a questão.

Existe apenas um argumento que desarma qualquer tentativa de pedido de desconto: quando se trata do salário dos outros. Chegando a determinado ponto da negociação, Quando você não tem mais de onde tirar nem um centavo e o cliente ainda não está satisfeito, o que tem me salvado muito é a sensibilidade das pessoas quanto ao salário dos meus queridos funcionários.

Não dá pra se negociar em cima do ganha-pão de outra pessoa. Se a hora de trabalho de um profissional é R$10,00, por exemplo, não dá pra dizer: “Ô, faz por R$7,00???”

Sem querer generalizar, mas já generalizando: isso me leva a crer que as pessoas contratam empresas por segurança e profissionalismo, mas tentam sugar tudo o que podem para que o preço acabe sendo equivalente a contratação de um freelancer. Enfim, não dá pra ter tudo, não é?

Certeza? De quê?

por: Rafael Dourado - 19/10/2007

Muita gente achou genial (eu, inclusive) essa história da venda do novo CD do Radiohead ser feita exclusivamente pela internet, principalmente o fato da versão para download ser vendida pelo valor que você quiser pagar (inclusive nada). Isso me lembrou uma “certeza” que muitos temos com relação a nós brasileiros: entre pagar e não pagar, melhor não pagar. Isso dá aquela sensação gostosa que muita gente parece adorar: “me dei bem”.

Mas será que isso é verdade mesmo? Será que brasileiro é realmente um povo malandro que tenta dar um jeitinho de se dar bem em cima de tudo e todos? Muito antes de qualquer In Rainbows surgir, o professor da CEFET/CE Mauro Oliveira resolveu tirar a prova com seus alunos. Mauro é uma espécie de Silvio Meira cearense, pois além de ministrar aulas, administra um núcleo da CEFET/CE no bairro Pirambu em Fortaleza aos moldes do C.E.S.A.R do Recife.

Bom, mais ou menos em 2002, Mauro resolveu fazer uma experiência com os alunos: uma placa de preço em uma geladeira de sorvetes no pátio da escola seria suficiente para garantir as vendas, ou os alunos pegariam os sorvetes sem pagar? Após a 1ª semana, cerca de 70% pagaram pelo produto. Sim, a grande maioria resolveu fazer o que parecia certo e deixou o dinheiro na caixa ao pegar o sorvete.

Na semana seguinte, aumentou para cerca de 85% o número de pagantes. O que mudou? Para descobrir, o professor resolveu passar nas salas parabenizando os alunos pela lição de civilidade e, ao informar os números, alguns começaram a apontar os não-pagantes. Os “espertos” passaram a ser execrados pelos justos e uma auto-fiscalização começava a ser percebida.

Mais uma semana de experiência e 100% dos sorvetes já estavam sendo devidamente pagos sem a necessidade de nenhum fiscal ou vendedor para garantir que assim fosse feito.

Está certo disso? Posso perguntar?

Por favor, não ache que estou dizendo que essa experiência daria certo em todo e qualquer contexto. Sei inclusive que o mesmo caso não funcionou no Colégio Antares, por exemplo. Mas de certa forma isso mexe com o que achamos que é certo.

Mas quantas outras certezas nós temos? Firefox é mesmo melhor que Internet Explorer? Sites em Flash são mais “legais” que HTML? É mais fácil usar os dedos que uma caneta stylus? O Google é clean ou feio? Spam não funciona? As pessoas não gostam de novidades? Se é grátis é porque não presta? As mídias tradicionais devem ser imparciais? Barras de rolagem são ruins? RSS é a melhor solução para leituras de notícias? Ler no monitor é pior que ler no papel? A web é democrática? AdBlock deveria ser proibido? A W3C está sempre certa?

Leio dezenas de sites e blogs todo dia, além dos que comentam, e todos têm opiniões e experiências próprias sobre esses e milhares de outros assuntos. Mas boa parte da nossa argumentação busca convencer (ou catequisar) outras pessoas a seguirem nossa opinião. Tudo na base do “achômetro”. Claro que discussões são saudáveis e necessárias, mas profissionalmente “achar” alguma coisa só nos leva a dar chutes no escuro.

O que me leva à pergunta: por que nós não pesquisamos sobre nada? Todo o nosso posicionamento quando não se baseia em poucos exemplos pessoais é baseado em pesquisas americanas ou poucos dados estatísticos do IBOPE (que, convenhamos, não tem essa credibilidade toda). Sempre que vejo um artigo sobre usabilidade a Nielsen/Netratings é citada, mas quem eles são para ditar regras mundiais? A web, por mais universal que seja, não é capaz de apagar traços culturais — que em se tratando de Brasil, são os mais diversos possíveis.

Muitos inclusive têm mania de dizer que tal coisa “o usuário” não vai entender. Quem é essa figura? Por que “o usuário” é tão limitado? O seu “usuário” é o mesmo que o meu “usuário”? Até mesmo tratando esse elemento como público-alvo não é garantido que irá acertar esse alvo que você “acha” ser o certo.

É para responder todas essas perguntas que a pesquisa científica existe. E quem souber de mais pesquisadores BRASILEIROS blogando, além do Frederick, por favor me informe. Preciso (sempre) rever meus conceitos.

links for 2007-10-19

por: Rodrigo Coifman - 19/10/2007

Los 40 Demenciales

por: Rafael Dourado - 18/10/2007

De que vale passar horas e horas online blogando, twittando, lendo feeds, trabalhando, teclando e sentindo dores nas articulações se não pudéssemos gastar metade desse tempo só vendo tosquice nessa jossa?

Pois pode perder seu tempo vendo este site: Los 40 Demenciales. De longe a maior galeria de clips TOSCOS da história da humanidade. Destaque para os Hermanos Carrión. 1º lugar com louvor da lista.

“Dicen que Cristo murió, con tres clavos solamente ¿por qué no muere tu hermana si la clava tanta gente? Guararey, Guararey, Guararey… ¡la tierra del sucu-sucu!”

Ridículo!

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por: Rodrigo Coifman - 17/10/2007