Archive for July, 2007

Morte à secretária!

por: Mariana Fontenelle - 31/07/2007

Nunca tinha percebido como secretária é bicho dificil de se lidar. Nem todas, é claro. Na verdade, até agora tava tudo indo muito bem. Até que me apareceu a secretária de um cliente novo que está me tirando do sério. 

Pra começo de conversa, ela nunca me deu um bom dia. E olha que eu insisto… sorriso então, acho que ela não sabe nem o que é isso. E dá pitaco na vida do meu cliente como se fosse sua mãe.

Não sei, mas eu sinto que ela está tentando me boicotar! Como se já não bastasse a cara feia.

Se alguém sabe como domar secretária do tipo parasita, por favor, help! Macumba também tá valendo…

Nem eu sabia que era viciado…

por: Rafael Dourado - 30/07/2007

77%

Imagine se eu blogasse mais!

Decifre o CSS com o XRAY

por: Rafael Dourado - 30/07/2007

XRAY

Dica rápida que o teórico Glacial me deu e que pode ser útil a mais algum desenvolvedor.

O XRAY é um script que fornece várias informações sobre o elemento que você clicar na página, como dimensão, posição e propriedades CSS. Para usar, basta arrastar este link para a barra de atalhos do seu Firefox, Opera ou Safari e pronto. Para usar, é só clicar no atalho. No Internet Explorer ainda não funciona, mas a equipe tem planos de fazê-lo funcionar no azulzinho também.

Animando

por: Rafael Dourado - 28/07/2007

Sensacional este vídeo que vi no blog do Marquito. Em época de Transformers é bacana saber que a vida analógica ainda rende coisas criativas.

Animação (ou animações, assista e entenda) feita em 1987 (putz, eu tinha 4 anos) por Marcos Magalhães (o cara que fez o ratinho higiênico do Castelo Rá-Tim-Bum e criador do festival Anima Mundi).

Veja em tela cheia.

TV USB 2.0

por: Rodrigo Coifman - 27/07/2007

A pinnacle, famosa fabricante de placas de TV, como sempre inovando. Agora é a vez de uma geração de placas de captura e TV compactas e a preço de “banana”. O que me chama atenção é que a maioria delas são cada vez menores e apresentam mais qualidade na imagem e uma quantidade significativa de cabos para integração com outros dispositivos.

Essa aí da foto abaixo, é do tamanho de um pen drive e possui conexão USB. Esses modelos são chamados de PCTV DVB-T Flash Stick ou no modo popular “Mini TV USB”. Ela acompanha um cabo de múltiplas conexões, controle remoto e entrada para você ligar uma antena externa para encontrar canais de TV ou estações de rádio. Ela grava nos formatos MPEG2 e DivX.

Boa saída para assistir os jogos do pan no computador do trabalho!

Pinacle Placa de TV USB

Procurei por algumas outras marcas e preços aqui no Brasil. Encontrei outras marcas como Prolink, PlayTv que chegam a um preço de até R$ 200 no mercado.

Do Papel para a Web | Cores

por: Rafael Dourado - 27/07/2007

Dando continuidade à série de artigos para ajudar a galera da celulose a migrar para essa maravilha cheia de esculhambação chamada internet, falarei sobre cores.

Depois de tanto tempo misturando ciano, magenta, amarelo e preto, ou mesmo brincando de colorir com aquele catálogo pantone, passar a trabalhar com cor no monitor exige uma certa dedicação. Primeiro, coloque duas coisas na cabeça: monitores têm calibragens diferentes e esqueça o CorelDRAW.

Tubos Catódicos × Cristal Líquido

Monitores são pretos, papéis são brancos. Isso inverte a lógica de trabalho. Se antes ao reduzir a porcentagem de ciano deixa o tom mais claro, agora retirar azul o torna mais escuro. Tá certo, eu sei que seu Photoshop aceita as duas formas, mas a lógica é inversa.

Via de regra, sites como o COLOURlovers e Adobe Kuler podem ajudá-lo durante e após esse processo. Particularmente, gosto muito do COLOURlovers e é geralmente o primeiro lugar para onde corro para me decidir sobre a paleta de cores.

Mas não é só isso não. Monitores não são iguais. Principalmente se compararmos CRT com LCD. Monitores CRT são preferíveis em produção gráfica exatamente por representarem as cores da forma mais fiel possível. Monitores LCD ainda divergem e muito entre os fabricantes e até entre modelos da mesma marca. Tenho um LCD Samsung de 15″ em casa que tem uma calibragem totalmente diferente do de 17″ que uso na empresa. Eu até já o calibrei algumas vezes, mas nunca ficam idênticos e eu já perdi a paciência de tentar corrigí-lo. Se eu que trabalho com isso já cansei, imagine quem é “normal”. Os mais atuais até que são mais parecidos, mas não dá para contar com essa sorte.

Então, o que fazer? Dois itens estão sofrendo com essa diferença: estética e legibilidade. A solução do primeiro é só uma: testar. Com o tempo você aprende a identificar essas particularidades, mas na maioria das vezes o que acontece é um aumento no brilho e algumas bordas borram um pouco. Ou seja, cuidado com tons de cinza e degradês com pouco contraste. Já o segundo é mais simples de prever. Um cidadão chamado Jonathan Snook — cujo blog é muito bacana — fez um aplicativo web que testa o contraste da letra com o fundo e diz se o texto está legível ou não, pelo menos no que diz respeito à cor. Dessa forma é possível garantir a legibilidade mesmo para leitores daltônicos.

Por que você não gosta do CorelDRAW, seu mané?

Por que ele não consegue ler nenhuma cor RGB direito, nem a visualização dele entende que 1 pixel deve ocupar só 1 pixel da tela. Programas que melhor simulam o funcionamento da tela são Illustrator e Fireworks. Existem outros do Linux e Max que não conheço, mas quem conhecer, por favor, cite nos comentários.

Muitos Gráficos já utilizam Illustrator ou Freehand em seus trabalhos. O Freehand está desatualizado, mas ainda dá um caldo. Mas se for para trabalhar profissionalmente com Web, sugiro o Illustrator ou a versão CS3 do Fireworks. As anteriores do Fireworks sempre achei muito fracas, mas a versão nova tenho que dar o braço a torcer que está muito boa.

Pronto para começar?

Com o primeiro e este artigo já é possível definir a área de trabalho e começar a criar alguma coisa com as cores corretas para ir treinando.
No próximo artigo: elementos de interface.

Quer enviar e-mail em HTML? Boa sorte.

por: Rafael Dourado - 26/07/2007

Quem já teve o complicado trabalho de criar uma newsletter sabe que e-mail HTML é a pior invenção da história. E a maioria das pessoas que vejo criando e-mails assim só testa no Outlook, como se o mundo inteiro usasse aquilo.

Enfim, vi no del.icio.us do Rodrigo Muniz (o cara com os melhores links para desenvolvedores) este site com dicas certeiras para quem quer enviar um e-mail HTML que seja visto pela maioria. O figura também criou um validador para conferir se você seguiu direitinho as recomendações.

As dicas são antigas. Mas leitores de e-mail também o são, ora.

Hanz Donner é um grande designer. Ninguém pode negar. Ou pode?!

por: Chico Neto - 26/07/2007

O grandioso grupo M. Dias Branco que, recentemente, ingressou no mercado financeiro de ações e adquiriu várias empresas tradicionais do ramo alimentíceo brasileiro acaba de lançar uma nova marca para mostrar, justamente, seu posicionamento fortalecido e crescente.

Para a composição da nova marca gráfica, nada mais adequado para uma grande empresa do que convidar um grande designer. Certo? Certo.

Contrataram o Hanz Donner, famoso pela composição das vinhentas da Rede Globo.

Certo?

Aí Pode

por: Eduardo Novais - 26/07/2007

Pesquisa encomendada pela F/Nazca e realizada pelo Datafolha mostra a banda Calypso como a mais ouvida no Brasil. […] Os CDs e DVDs da banda são produzidos, divulgados e distribuídos sem nenhuma gravadora.

Seria uma informação que não valeria nada se eles não atingissem 1 ou 2 milhões de cópias vendidas com tanta facilidade. Ivete Sangalo aparece apenas em 7º lugar.

Que mané Arctic Monkeys, Prince ou NiN! Calypso é a banda que fugiu do modelo padrão da indústria fonográfica muito antes dos gringos lerem nos livros do Seth Godin.

Do you Calypso? no Coxa Creme

Num tô dizendo? Desde que a internet e suas técnicas de comunicação agregada se implantaram como status quo, a comunicação vários-vários (many-many) ganhou espaço e se expandiu. Desde o momento em que várias pessoas podem produzir conteúdo para várias, e com o alcance proporcionado pela rede mundial, fenômenos como esse da banda Calypso foram se tornando cada vez mais fáceis de serem observados.

A regra é: quem quiser que se organize. Seja você popular ou cult, espaço tem. O Arctic Monkeys distribuiu o disco todo na rede e se fizeram nessa linha também. Outras bandas e pessoas de várias áreas estão entrando nessa. A banda Ok Go se firmou lançando o clipe engraçadinho no Youtube e a idéia vingou.

Aqui no Brasil, Lobão ajudou a criar um desses canais alternativos. Lançado em 1999 e utilizando bancas de revista como meio de distribuição, o ótimo A Vida é Doce foi um dos primeiros exemplos de que a coisa poderia ser outra. Tanto foi que hoje o próprio Lobão é editor da revista OutraCoisa que lança CDs de bandas como Mombojó, Wander Wildner, Cachorro Grande, Bnegão, entre outras. São todas bandas que hoje possuem público próprio e não precisam ir à TV ou pagar jabá às rádios para ficarem conhecidas.

Cada vez mais o lance é fazer a sua arte e soltar pelo mundo. E vários outros fenômenos vão aparecer pelo mundo. Porém, fenômenos como a Calypso acho que não serão tão comuns. A tendência é que os hypes sejam cada vez mais numerosos, mas isolados, com um número de pessoas atingidas menor.

As grandes empresas vão ter que se ligar para mudar sua forma de atuação. Já tentaram, e o que aconteceu foi que essas tentativas só se mostraram ridículas. Para citar algumas: não lembro bem o ano, mas quem não lembra do Metallica brigando com o Napster para anos depois liberar algumas faixas do disco St. Anger na rede e tentar limpar um pouco a sua imagem? Como não lembrar da justiça punindo jovens de 17 anos por download de músicas?

A época de domínio total sobre o artista, sobre o conteúdo e sobre o público acabou. Em vez de gastar criando propagandas como “se você não roubaria um carro, por que roubaria um filme?”, a indústria do audiovisual deveria estar fazendo como a indústria de games que incentiva sua modificação e redistribuição. Mas isso já é papo para outro post.

Bons tempo para nós, usuários, que temos a possibilidade de acesso à informação quase que irrestrita. Essas bandas estão aí para mostrar que existe vida pós-música distribuída. Viva!

JJ3054? Fude…!

por: Chico Neto - 20/07/2007

Ao ver a cobertura do lamentável acidente com o vôo JJ3054, uma notícia chamou minha atenção, entre várias. Foi agorinha, na finalização do programa Mais Você, da Rede Globo. A apresentadora, Ana Maria Braga, exibiu as relevantes (?) imagens flagrantes do assessor especial da Presidência da República para assunsto internacionais, Marco Aurélio Garcia, fazendo gestos obscenos em referência aos possíveis motivos que causaram as mortes em Congonhas (SP).

Não foi a primeira, nem a segunda, nem a terceira vez que a Globo exibiu a cena de forma expressiva e crítica. Na madrugada, durante o Jornal da Globo, foram várias as chamadas para a exibição da imagem - captada em vídeo - que só aconteceu ao final do programa. As cenas são narradas de forma indignada e sugerindo uma crítica ao Governo Federal.

E daí?

Daí que faço uma sugestão a você. Sorria. Você está sendo filmado. Tudo que você disser poderá e será usado contra você. É a liberdade de imprensa como argumento para a invasão de privacidade. Bem-vindo ao Big Brother Brasil. Vamos dar uma espiadinha?!

Aqui todas as câmeras, de alta resolução digital ou de aparelho celular, podem estar direcionadas a você. E não há como fugir desta imprensa que tem a liberdade de invadir nossas vidas, sem oferecer um milhão de reais. Nem pedir licença.

É, Ana Maria e Marco Aurélio: fude…!